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Sérgio Moro é professor fantasma da UFPR?

Falso

Sérgio Moro é professor fantasma da UFPR?

Texto que circula pelas redes sociais afirma que o juiz Sérgio Moro recebe da Universidade Federal do Paraná como professor sem dar aulas! Será verdade?

A acusação surgiu nas redes sociais no começo da segunda quinzena de março de 2016 e afirma que o juiz que está comandando a Operação Lava Jato estaria recebendo salário da UFPR sem nunca ter ido lá para dar aulas!

No texto, que está sendo bastante compartilhado também no WhatsApp, o juiz ainda estaria movendo um processo contra a instituição onde (não) leciona.

Abaixo, uma das versões da acusação:

“O Moro é prof na UFPR, não vai trabalhar e recebe salário, todo ano a universidade move processo ADM e no MP o processo chega a divisão que ele trabalha e é arquivado. O guerreiro contra a corrupção recebe sem trabalhar e ainda delibera ou orienta processos e causa própria. O pau que bate em Chico não bate em Francisco.”

Será verdade que Sérgio Moro é funcionário fantasma de da Universidade Federal do Paraná?

Juiz Sérgio Moro estaria recebendo salário de professor sem precisar da aulas! Será? (foto: Reprodução/Facebook)

Juiz Sérgio Moro estaria recebendo salário de professor sem precisar da aulas! Será? (foto: Reprodução/Facebook)

Verdade ou farsa?

Essa história, que apareceu na web na segunda metade de março de 2016, se aproveita do fato do nome do juiz estar em evidência para conquistar mais compartilhamentos e curtidas nas redes sociais, nem que para isso seja preciso inventar algo envolvendo Sérgio Moro.

Texto que circula pelas redes sociais acusando o juiz Sérgio Moro de receber sem dar aulas!

Texto que circula pelas redes sociais acusando o juiz Sérgio Moro de receber sem dar aulas!

Como podemos esclarecer essa história usando a própria web como ferramenta?

A resposta é simples: Basta uma visita ao site da UFPR para verificar que o nome Sérgio Fernando Moro consta na lista de docentes da instituição. Moro é professor de Direito Penal e Processual Penal.

Nessa mesma tela, podemos verificar que o juiz faz parte do corpo docente da UFPR desde novembro de 2007.

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 - t.me/efarsas

Ainda no site da universidade, podemos confirmar através da grade horária do Curso de Bacharelado em Direito que Sérgio Moro dá aulas às segundas e terças-feiras, às 21 horas.

Moro processou a UFPR?

Desmentida a primeira parte do boato, resta saber se o juiz Sérgio Moro processou a universidade ou não.

Diferente do que foi espalhado por aí, Moro não está processando a instituição onde trabalha. Na verdade, ele moveu uma ação contra a UFPR, mas perdeu. Também é bom deixar claro que o caso foi encerrado em 2012, como podemos ver na sentença publicada aqui!

Em 2012, Moro foi chamado para ser assessor da ministra Rosa Weber, no Supremo Tribunal Federal, para ajudar no andamento das investigações sobre o Mensalão e entrou com um mandado de segurança para que pudesse dar suas 3 aulas seguidas nas sextas-feiras e aos sábados, pois o novo cargo exigia que ele ficasse em Brasília de segunda a quinta.

Como o Regimento Interno da universidade proíbe mais de duas aulas seguidas da mesma matéria, Moro não poderia dar as 8 horas de aulas obrigatórias.

O site Conjur explica que na ocasião a juíza federal Claudia Cristina Cristofani, da 5ª Vara Federal de Curitiba, decidiu que a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná não tinha que ceder às exigências de Moro para que ele pudesse continuar dando aulas. Moro perdeu o processo, mas como ele não trabalha mais em Brasíla, continuou dando aulas normalmente!

Em entrevista ao blog Caixa Zero, o diretor do setor de Ciências Jurídicas da UFPR, professor Ricardo Marcelo Fonseca, afirmou que Moro não responde a nenhum processo administrativo e é um professor assíduo.

“Não há qualquer queixa de ninguém em relação ao Moro como funcionário. Comparece, dá as aulas, não falta”, disse o professor.

Conclusão

O juiz Sérgio Moro continua dando aulas na Universidade Federal de Direito do Paraná.

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49 Comentários

49 Comments

  1. Rosângela Gomes

    23 de março de 2016 em 22:35

    Jogada baixa e suja de quem não tem o que fazer. Imagino de onde e de quem possa ter vindo a idéia de “lançar” coisas deste tipo para atacar a imagem e a reputação do Juiz que vem pondo na prisão muitos dos corruptos que vinham subtraindo sistematicamente recursos quem pertencem ao povo/cidadão brasileiro e não a uma um grupo de pessoas.

    • Serrão

      25 de março de 2016 em 13:19

      Lembre que só estão usando as mesmas armas sujas que alguns que são anti pt estão usando…
      Aqui mesmo no site vc encontrara varias noticias falsas sobre Lula por exemplo…
      So estão pagando na mesma moeda…

  2. José

    24 de março de 2016 em 2:07

    “Moro não está processando a instituição onde trabalha. Na verdade, ele moveu uma ação contra a UFPR, ”

    Ué, “processar” não é “mover uma ação”?

    Logo depois está escrito: “Moro perdeu o processo, mas”. Processo, processar, não tem nada a ver? É um caso que o linguajar jurídico diverge do português informal?

    • Gilmar Lopes

      24 de março de 2016 em 9:12

      Não sei se expliquei direito (escrevi de uma forma bem leiga, para leigos). Ele moveu uma ação e a sentença já foi julgada. Portanto o processo não existe mais. O boato que circula na web afirma que ele está movendo uma ação contra a UFPR quando, na verdade, ele processou a entidade no passado.

      • José

        24 de março de 2016 em 19:05

        Ah, OK, obrigado pela resposta.
        Acho que fixei no sub-titulo (“Moro processou a UFPR?”) , que se levado literalmente a resposta seria “sim”.

  3. pedro

    24 de março de 2016 em 10:17

    O que não ficou claro é se ele realmente comparece à faculdade para dar aulas. Este, parece-me, é o cerne da discussão. Ou seja, a denúncia é de que ele é professor da dita universidade e lá não comparece. O texto apenas confirma que ele é professor, mas não há provas de que o juiz compareça.
    Para clarear esse ponto e não deixar dúvidas em relação à idoneidade do juiz, seria interessante publicar provas de que o professor comparece regularmente à instituição de ensino. Que tal fazer um novo texto para esclarecer essa dúvida que é minha e, tenho certeza, de muitos outros leitores.

    Abcs

    • Gilmar Lopes

      24 de março de 2016 em 10:26

      Citei no artigo o depoimento do “chefe” dele na universidade, atestando que ele é um professor assíduo. Pra mim, já basta, mas vou procurar mais.

      • Geovanna

        24 de março de 2016 em 14:40

        Desculpe, mas isso não basta! Um cara que anda plantando terror com suas ações ilegais, quem era maluco de dizer que ele não frequenta? Quero saber a resposta dos alunos, das turmas citadas, ai sim!

      • Cypher

        24 de março de 2016 em 15:41

        O problema é que dentro das Universidades existe um grande protecionismo, principalmente entre figuras expoentes e ”apadrinhados”. Eu acredito que o Moro possa lecionar, só não acredito que ele possa lecionar, com tempo de dedicação exclusiva e/ou fazer pesquisa na área e sem esses adicionais o salário de 8 horas aula não custearia a viagem que ele precisa fazer toda semana pra Brasilia. OU ele é um caso daqueles apaixonados incondicionalmente pela licenciatura.

        • Alexandre

          27 de março de 2016 em 21:44

          e porque raios ele teria que ir a Brasília toda semana???

      • Vitor Goecking

        24 de março de 2016 em 18:45

        Caras, ele é professor lá mesmo, sem discussão. Tenho amigos que cursam Direito lá e o juiz dá aulas mesmo.

        Deram até imagens pra provar, rs.

      • João Cleidman

        18 de fevereiro de 2019 em 15:26

        Fui aluno dele na UFPR. Na verdade é o que estava no Programa, pois em um ano da disciplina ele só apareceu no primeiro dia e para fazer duas “revisões de conteúdo”. Sempre enviava seus assessores para dar aula em seu lugar. É um vagabundo igual a todos que defendem ele sem saber a verdade.

    • Jean

      24 de março de 2016 em 15:49

      Pedro, sou aluno do Prof. Sérgio Moro e afirmo: ao contrário de muitos professores de direito da UFPR, o Moro é um professor extremamente assíduo, sequer se atrasa para as aulas. Ele também orienta vários alunos nas monografias de conclusão de curso. Não concordo com vários posicionamentos dele como juiz, mas como docente nenhum aluno pode reclamar. Tanto que é que as duas últimas turmas que ele lecionou (formandos 2013 e 2015) levaram seu nome (Turma Sergio Fernando Moro).

  4. Dee

    24 de março de 2016 em 10:41

    Faz muito tempo que existe uma guerra de desinformação em curso no Brasil.

    infelizmente os “torcedores” que tem sua pequena mente lavada e polarizada de forma tosca definitivamente não buscam o melhor para o país.
    Podiam utilizar seu tempo desmascarando com a divulgação de fatos e verdades os reais criminosos (de TODOS os partidos, sem exceção) que nos pilham diariamente a décadas, porem gastam seu tempo infiltrando na mídia desinformações e mentiras a serviço das técnicas de Goebbels.
    Triste é uma nação em que uma minoria de pulhas atrapalha o curso da verdadeira república, seja gerando anonimamente factoides de forma covarde, seja ignorando fatos insofismáveis ou tentando defender o indefensável.
    Isso aplica-se de forma suprapartidária, pois parece-me que na hora da pilhagem, os nossos nobres representantes esquecem-se de suas diferenças ideológicas em prol da roubalheira generalizada, enquanto parte do povo de miolo mole se mata tentando defende-los de qualquer forma, mesmo que pela mentira. O mais triste é que muitos são pagos para isso. Vendem sua alma ao capeta por migalhas.

  5. Jim

    24 de março de 2016 em 13:56

    Parabéns por desvendar isso. Mas vejo ainda alguma inconsistência.

    A matéria diz “Moro não poderia dar as 8 horas de aulas obrigatórias”. Se não me engano, a LDB (Lei Nº 9.394/1996, Art 57) exige que professores universitários federais ministrem pelo menos oito horas de aula: “Nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de aulas.”

    Se o Moro está dando aulas em uma matéria 2 vezes por semana, com as aulas começando às 21 horas, então essas aulas terminam a 1 hora de madrugada para completar o cargo horário necessário?

    • Gilmar Lopes

      24 de março de 2016 em 16:13

      Ele queria dar aulas aos sábados também!

      • Vladimir Yuri

        25 de março de 2016 em 10:13

        Mas se ele perdeu o processo, como foi resolvido o caso na época? Ele se licenciou? Realmente não entendi essa parte.

  6. Cauê Duarte

    24 de março de 2016 em 17:32

    Vemos aqui um exemplo do Gilmar de Schrodinger, ele é petralha e coxinha ao mesmo tempo até que seja feito o próximo post hahahahaha

  7. marcelo

    24 de março de 2016 em 19:23

    O cara presta e vagabundo quer manchar o nome dele… lula e companhia nunca prestaram e esses mesmos vagabundos querem trata-los como deuses. Se as pessoas gostam de vagabundos é porque se identificam. Se fosse o Aecinho fazendo caquinha, a petezada estaria em furia, como foi o lulinha e a dilma, a petezada quer protege-los…

  8. andre

    25 de março de 2016 em 8:14

    Em outro site consta que ele começou a trabalhar em Brasilia com a Rosa; que não conseguia dar aulas no horário e além de concentrar as aulas, transferiu o horário; que mesmo assim não conseguiu cumprir na época suas obrigações. Enfim teve problemas sim. Mas agora que esta em Curitiba não tem mais!

    Nestes casos, quando o professor é chamado para trabalhar no governo federal, estadual ou municipal e fica com muito pouco tempo, o ideal é pedir afastamento sem vencimentos.

  9. jose antonio

    25 de março de 2016 em 9:02

    diz a esse juiz para fazzer o mesmo com as deações dos outros partidos inclusivel o senhor aecio neves e os demais partidos, são todos iguais, pois use os mesmos critrios

  10. Rafael Jamarino

    25 de março de 2016 em 10:56

    Gostei do seu texto Dee mas acho q independente das paixões ideológicas o mínimo de descencia deve ser considerado e um homem na posição de Juiz de primeira instância liberar na impressa gravações motivado por sua vontade individual, isso é indecência, não sou Ptista e quero que o PT se lasque junto com todos os outros partidos precisamos de uma reforma urgente e de pessoas novas, eu próprio vou me oferecer a política e acho que todos que almejam um país melhor o deveriam , mas é inquestionável que ninguém, ninguém aqui nesse fórum de discussão e nenhuma parte do mundo acharia comum ter que passar pela situação provocada pelo Moro na posição dele , considero uma indecência se ele é um bom docente , ele que trate de uma minuciosa auto avaliação por que errar é uma humano mas continuar no erro e burrice é ele precisa ser imparcial e deixar a indecência de lado.

  11. Genésio de Jesus Hortega

    25 de março de 2016 em 11:38

    Seus cochinhas, viram por quê a Juíza Rosa Welber votou 2 vezes contra o ex presidente Lula? O moro era funcionário da juíza do Suplema. Depois vocês ainda dizem que a justiça brasileira é séria? E o juíz tendencioso, Gilmar, que ao invés de julgar, honestamente, ele é tendencioso e tesse comentários indevidos, ao invés de julgar os processos, sigilosamente, como manda a nossa constituição. Pensem nisto, seus cochinhas!

  12. Genésio de Jesus Hortega

    25 de março de 2016 em 11:46

    Vocês leram com atenção! O moro era funcionário da juíza Rosa Welber. Será por isso que ela votou 2 vezes, contra o ex presidente Lula? Pensem nisto!

  13. pedro

    25 de março de 2016 em 19:28

    Segundo alei 12.772 de 2012 (ainda está em vigor) o regime de trabalho do professor do professor é de 40 horas (dedicação exclusiva) ou20 horas. Ainda que ele dê 8 horas de aulas, ele precisa disponibilizar mais 12 horas para a universidade. Portanto, era preciso saber se o juiz realmente faz isso. Acho que, medindo-o por com sua própria régua, se ele disponibiliza 11:59 min estamos diante de um grave crime de lesa pátria….

  14. Luci

    25 de março de 2016 em 22:00

    É tudo farinha do mesmo saco!

  15. joao

    26 de março de 2016 em 13:03

    nossa materia tipica da record sem anexo e comclusao

    • Eu™

      27 de março de 2016 em 15:04

      Típico comentarista do Facebosta, não sabe nem do que tá falando e quer opinar.

  16. antonio neto

    26 de março de 2016 em 15:46

    O texto diz que ‘desmente’ a priemira parte mas confirma. Depois não confirma com os alunos, q deve, saber de fato se o professor citado comparece. Ao meu ver, seria melhor fazer uma investigação jornalística antes de divulgar se é farsa ou não, senão continuamos nas fofocas.

    • Eu™

      27 de março de 2016 em 15:04

      Faça você mesmo, o que te impede?

      Ps.: Sofativismo não é profissão, tá?

  17. Vera

    26 de março de 2016 em 19:22

    Sinceramente, seu ridículos! vão cobrar explicações e investigar os ladrões de Brasilia e não quem está fazendo seu trabalho honestamente, este tipo de atitude é típica dos vermelhos, cortina de fumaça para tirar o foco do patrão deles.

    • Eu™

      27 de março de 2016 em 18:54

      Ok, anotado.

  18. dudu

    28 de março de 2016 em 7:45

    Deixa ver se eu entendi: o cara é professor da universidade, processou a universidade e perdeu em 2012 e isso é mais importante do que o desvio de 1,5 trilhão de reais dos cofres públicos por um bando de vermes comunistas??? É isso? Pode isso, Arnaldo??

  19. Ralph Germano

    28 de março de 2016 em 11:19

  20. miguel

    29 de março de 2016 em 7:21

    isto só leva a crer, que este canal e uma farça

    • Eu™

      29 de março de 2016 em 13:11

      Farsa é sua existência medíocre, seu analfabeto funcional.

  21. miguel

    29 de março de 2016 em 21:16

    alem de farsante é mal educado

    • Eu™

      30 de março de 2016 em 17:40

      Pelo menos não sou burro como você.

  22. miguel

    29 de março de 2016 em 21:22

    alem de farsante é mal educado e ignorante

    • Eu™

      30 de março de 2016 em 17:41

      Nem analfabeto. E sei responder clicando no botão “Responder”, e não criando novos comentários.

      Como diria o Lucho,
      “Volta pro Facebosta, favelado”

  23. Alan

    2 de maio de 2016 em 0:27

    Gilmar, gostaria de fazer uma correção. O Juiz Federal Moro nunca foi assessor da ministra Rosa Weber. Magistrado não pode ser assessor. Ele foi Juiz Instrutor ou Auxiliar dela. Uma resolução do STF autoriza o ministro do STF convocar magistrados de primeiro grau para auxiliarem em casos de competência originária do STF, mas que normalmente são do primeiro grau de jurisdição (assim, os ministros não teriam a experiência de um juiz de primeiro grau em instruir o processo). Alguns ministros são críticos dessa medida, pois acham que se trata de uma violação ao Princípio do Juiz Natural. Vale lembrar que além do Juiz Instrutor ou Auxiliar, o ministro do STF conta com vários assessores altamente qualificados.

  24. Rogério

    12 de maio de 2016 em 10:30

    a petralhada pira, véio! Tchau Querida!

  25. J. Andrade

    14 de dezembro de 2016 em 19:02

    Mas uma resposta não foi dada: se ele então continuou assessorando ou auxiliando Rosa Weber e teve o pedido de aulas sucessivas indeferido, ele ministrou as aulas normalmente, mesmo tendo que viajar pra Brasília?

  26. José

    26 de março de 2017 em 1:59

    Segunda e terça vou aparecer às 21:00 na UFPR por um mês seguido e depois coloco aqui o relatório de quantas horas de aula foram dadas. Ok?

  27. Débora

    26 de março de 2017 em 12:05

    Não ficou claro se na época em que viajava pra Brasília, ele ministrou as aulas,
    apenas que as ministra atualmente.

  28. Rinaldo Guimarães

    29 de março de 2017 em 12:50

    Na época das viagens à Brasília o safado nunca deu aulas e agora paga de bom moço esse entreguista espião da cia!

  29. Bob Silva

    9 de maio de 2017 em 20:27

    Onde está a “farsa”?

    “Justiça obriga juiz a escolher entre STF e magistério”
    http://www.conjur.com.br/2012-jul-25/nomeado-assessor-stf-juiz-sergio-moro-briga-dar-aulas-ufpr

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