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O filme sobre Marighella de Wagner Moura usou R$ 10 milhões da Lei Rouanet?

Cinema / TV

O filme sobre Marighella de Wagner Moura usou R$ 10 milhões da Lei Rouanet?

O filme sobre Marighella de Wagner Moura usou R$ 10 milhões da Lei Rouanet?

É verdade que o filme sobre Carlos Marighella,dirigido por Wagner Moura, custou R$ 10 milhões e foi financiado pela Lei Rouanet?

Filme polêmico dirigido por Wagner Moura teria custado R$ 10 milhões e a produção teria sido financiada pelos cofres públicos, através da Lei Rouanet. A afirmação circula pelas redes sociais desde a segunda quinzena de janeiro de 2019 e muita gente compartilhou a denúncia também através de grupos no WhatsApp.

O filme Marighella conta a história de Carlos Marighella, um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira e, de acordo com o que se espalhou na web, teria custado 10 milhões de reais do dinheiro público através da Lei Rouanet!

Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?

Filme “Marighella” usou R$ 10 milhões dos cofres públicos através da Lei Rouanet? (foto: Divulgação)

Verdade ou mentira?

Exemplos de publicações que reforçam a “denúncia” e ajudam a disseminar o ódio e a desinformação através das redes sociais

Antes da gente começar, vale explicar mais uma vez como funciona a tal da Lei Rouanet:

A Lei Federal de Incentivo à Cultura, a de nº 8.313, foi sancionada pelo então presidente Fernando Collor de Mello no dia 23 de dezembro de 1991. Chamada de Lei Ruanet em homenagem ao seu criador – o escritor Sérgio Paulo Rouanet – ela estabeleceu uma política de incentivos fiscais que possibilita empresas (pessoas jurídicas) e cidadãos (pessoas físicas) aplicarem uma parte do IR (imposto de renda) devido em ações culturais.

As pessoas físicas podem deduzir apenas 6% do que investiu e pessoas jurídicas somente 4%.

Ou seja, quando o Governo aprova um projeto através da Lei Rouanet, os produtores daquele projeto são apenas autorizados a captar recursos de pessoas e de empresas. O que nem sempre acontece.

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 - t.me/efarsas

É o caso, em parte, do que aconteceu com o projeto do filme sobre Marighella. Em outubro de 2017, vários sites noticiaram que o filme que conta a história do guerrilheiro teria sido autorizado a captar até R$ 9,77 milhões através de incentivos da Lei do Audiovisual.

Como podemos ver no site da Agência Nacional do Cinema (ANCINE), o filme recebeu autorização para captar R$ 10.285.835,35 (nenhum centavo da Lei Rouanet), mas conseguiu captar “apenas” R$ 3,55 milhões:

Reprodução/Ancine

No final de janeiro de 2019, o diretor Wagner Moura disse em entrevistas que sofreu boicote por parte das empresas, que se recusaram a financiar o seu filme!

De acordo com o site do Fundo Setorial do Audiovisual, o filme Marighella também teve um aporte de mais R$ 2,5 milhões por meio do Fundo Setorial de Cinema (FSA), cuja a principal fonte é a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional).

Para deixar claro mais esse ponto, a Condecine é uma contribuição obrigatória por parte dos próprios produtores audiovisuais (incluindo aí as emissoras de tv, os estúdios, as distribuidoras etc). Ou seja, apesar da Condecine estar dentro da Agência Nacional do Cinema (que está dentro do Ministério da Cultura), o dinheiro usado pelo no FSA vem do próprio setor e volta para ele mesmo.

Veja aqui como é complicado de se conseguir o financiamento!

Conclusão

O filme sobre o guerrilheiro Carlos Marighella, anistiado post mortem novembro de 2012, não usou R$ 10 milhões dos cofres públicos através da Lei Rouanet. O projeto do filme foi aprovado para a captação através de uma outra lei de incentivo, e mesmo assim conseguiu captar 35% do valor total!  

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118 Comentários

118 Comments

  1. Diego Roman

    19 de fevereiro de 2019 em 22:44

    Era pra captar 0% de lei nenhuma, este e-farsas através de meias verdades tentam deslegitimar o absurdo, tornando-o tolerável.

    • Rogério César

      20 de fevereiro de 2019 em 9:46

      Meu amigo, este site faz jus a seu nome, a reportagem de E-FARSAS “É Farsa”.
      Credibilidade zero.

      • Gilmar Lopes

        20 de fevereiro de 2019 em 10:34

        Por que você diz isso? O que tem de errado no artigo? Nos ajude a melhorar corrigindo os erros!

        • Dr. Jekyll

          20 de fevereiro de 2019 em 14:27

          Preocupa não Gilmar, o “erro” é que você não escreveu o que eles queriam ler.

          • Clotilde

            22 de fevereiro de 2019 em 12:15

            É que dá muita preguiça para esse povo ler como funciona a Lei Rouanet… mais fácil soltar asneiras…

          • pedro.barros

            23 de fevereiro de 2019 em 11:30

            mas foi a verdade .

        • Rodrigo

          20 de fevereiro de 2019 em 20:08

          O “erro” é que esses caras não sabem nem o que é nem como funciona a Lei Rouanet. Isso causa uma grande confusão na forma como essa lei permite que empresas deduzam até 6% do IR valores para financiar, usando esse abatimento, eventos e produções culturais.

        • João Bosco Coelho Costa

          25 de fevereiro de 2019 em 11:46

          Prezado: é preciso muita paciência para suportar esses ressentidos/reacionários que, ao revés dos críticos honestos, balizados, só entram para agredir e depreciar sem nenhuma base argumentativa.Em resumo: são uma abominação.

        • Renan

          26 de fevereiro de 2019 em 18:23

          O problema desse povo é chupar rola de Bolsonaro e da ditadura. Um filme sobre resistencia faz arder o toba de muita gente.

        • Renan Curotto Ferreira

          3 de abril de 2019 em 3:17

          Realmente não captou dinheiro da Lei Rouanet. Mas afirmar apenas esta meia verdade sem apontar que usou mais de 3,5 mi do fundo setorial O QUE É MUITO PIOR, é ser complacente com uso de dinheiro público para financiar a obra da mesma maneira! Vide lei 11.437/2006. Não é nem deduzido do IR, é dinheiro direto de um fundo que poderia financiar obras emergentes para um comuna enrustido.

          • Gilmar Lopes

            3 de abril de 2019 em 8:29

            A gente sabe que o dinheiro não usado nisso também não é investido em obras, né? Não posso ser chamado de “comuna enrustido” se estou defendendo que as empresas devam fazer o que bem entender com seu dinheiro. Não sei se você sabe, mas comunismo não é isso. Aprenda bem a definição antes de sair acusando as pessoas!

      • Cristiano

        23 de fevereiro de 2019 em 13:27

        Deixa de ser burro, você tem medo de saber a verdade, você e tão corrupto quanto seus governantes.
        Que prevaleça a verdade

      • Ferreira Goulart

        26 de fevereiro de 2019 em 7:42

        A máquina bolsonarista de propaganda é uma máquina de difusão de mentiras envenenas com conteúdos que tem em vista não a compreensão dos temas abordados, mas sim de fomentar o ódio e a irracionalidade em face das vozes dissonantes. São verdadeiros embusteiros autoritários, que se pudessem solapavam, por inteiro, o pouco que nos resta de democracia.

      • Plínio Velasquez

        28 de fevereiro de 2019 em 21:41

        Estranhei muito quando começaram a dizer que o Marighella tinha captado pela Lei Rouanet, porque desde a aprovação da Lei do Audiovisual, em 1993 (lei 8.685/93), quase não se usa a Lei Rouanet para financiar o cinema nacional. Bastaria esclarecer que houve captação de recursos públicos, sim, mas por uma lei especialmente criada para o audiovisual. Este site, entretanto, está tentando confundir seus leitores. É o mesmo que dizer “é fake a notícia de que fulano baleou beltrano; na verdade, fulano decapitou beltrano”…

        • Ed Vogado

          1 de março de 2019 em 8:48

          Jovem, o boato é: “O filme sobre Marighella de Wagner Moura usou R$ 10 milhões da Lei Rouanet?”
          Não, não captou. Ponto. É falso. O resto é mimimi e chororô de PDD.

          • Plínio Velasquez

            3 de março de 2019 em 0:48

            Obrigado pelo “jovem”, mas sou velho mesmo. E trabalhei muitos anos lidando justamente com mecanismos de incentivo ao cinema nacional. Esse filme, como dezenas de outros, faz uso, sim, de recursos públicos. No próprio artigo acima está a prova disso, quando reproduz dados da Ancine. Não sei porque tanto medo de admitir isso. Vi o Wagner Moura dizendo: “não captamos pela lei Rouanet”. O repórter deveria ter-se perguntado “captou então por qual lei?”. Mal informado, achou que só se capta recurso público pela lei Rouanet, e deu o assunto por encerrado. Nada de errado, na minha opinião, em se incentivar o cinema nacional com recursos públicos. Ridículo é tentar esconder isso, como se houvesse algum crime aí.

          • Ed Vogado

            3 de março de 2019 em 8:18

            Esse filme, como dezenas de outros, faz uso, sim, de recursos públicos.
            Ninguém afirmou o contrário. Você tem sérios problemas de interpretação de textos. O filme não usou R$ 10 milhões dos cofres públicos através da Lei Rouanet. Se foi por outra lei ou não, não é o que está sendo discutido aqui. Logo, boato inválido.

    • Sidnei

      20 de fevereiro de 2019 em 14:47

      Gilmar está com poder. Parece até que foi ele que assinou a captação de recursos. Kkkkk

      • Gilmar Lopes

        20 de fevereiro de 2019 em 14:54

        kkkkkkkkkk

    • RICARDO SANTANA COSTA

      20 de fevereiro de 2019 em 17:12

      Esse site é uma bosta.
      Um esquerdinha besta.
      Mas é bom vermos umas piadas para alegrar.
      Acabou a mamata.
      E logo logo começaram as investigações para a lei Rouanet tbem.
      Tem muita safadeza aí.
      E tem sites que teriam que devolver dinheiro e responder processo.
      Vai que essa bosta tá no meio.

      • Gilmar Lopes

        20 de fevereiro de 2019 em 17:27

        Cuidado que difamação é crime, hein? Só avisando!

        • Lucho

          20 de fevereiro de 2019 em 19:03

          Eu acho que você devia entrar com um processo, Gilmar.

          Se bem que eu acho que esse Ricardinho deve ser tão cagão, que deve ter colocado um e-mail falso.

      • Alan Souza

        20 de fevereiro de 2019 em 18:34

        Não sei que mamata que acabou. Mostra aí a revogação da lei Rouanet.

      • Angelo Ribeiro Pereira Arsani

        22 de fevereiro de 2019 em 9:54

        Corre que o bot corno tá puto!!!

      • João

        22 de fevereiro de 2019 em 21:38

        Mano para de ódio gratuito , por causa de um fato q o cara falou já vai chamando de esquerdinha? Faz favor e comenta alguma coisa descente . Nem eu que discordo em parte da matéria tô saindo falando asneira , tu gosta msm e de passar vergonha

      • Cristiano

        23 de fevereiro de 2019 em 13:28

        Deixa de ser burro, aprenda a conviver com a verdade e aceita que você sempre foi manipulado através da sua burrice e ignorância

    • rogerio

      21 de fevereiro de 2019 em 21:10

      A lei é legal e foi feita para ajudar a indústria cinematográfica que se não tivesse não teríamos cinema brasileiro. Esse pessoal analfabeto funcional que se acha dono da verdade, não entendem que a lei é feita para ajudar o cinema nacional. As pessoas acham que fazer filme é só pegar uma câmera e sair filmando. Nos EUA existem processos diferentes porque o país tem cultura e oferece cultura para o povo não importa que bosta de filme seja. Por que o Wagner Moura não pode fazer um filme do Marighela, imagine se o Spielberg não pudesse fazer um filme sobre o Lincoln ou o Terminal, só para agradar público específico, o Wagner Moura não fez esse filme para qualquer pessoa ele fez para quem sabe a verdade do nosso país, e não para quem assiste novela da Globo!

      • Cristiano Quintela

        23 de fevereiro de 2019 em 9:15

        Não é esse o problema da lei Ruanet. Digamos que grande ator capte 10 milhões através da lei Rouanet, ele se dá um cachê de 5 milhões, gasta os outros 5 milhões no filme, que geralmente não se paga, e dessa forma ele sai com seu rico dinheirinho, que antes iria virar imposto.

        A empresa abate imposto, e um ator consagrado sai com 5 milhões limpo.

        • Keanu

          23 de fevereiro de 2019 em 23:04

          Porra Cristiano, isso você é que está supondo! Está supondo que o Wagner Moura é desonesto e está se aproveitando do dinheiro captado! Agora se você está a acusando então o caso é jurídico e não uma simples crítica!
          Mas funcionários fantasmas é correto? Qual sua opinião? Já que gosta de acusar…

          • João Bosco Coelho Costa

            25 de fevereiro de 2019 em 11:48

            Essa fez o sujeito meter o rabo entre as pernas e se “impirulitar”, como diria o saudoso Mussum.

    • Maria Lúcia Outeiro Fernandes

      21 de fevereiro de 2019 em 22:59

      E você preferia ficar mal informado e engolir mentiras falsas?

    • Claudio Santos

      22 de fevereiro de 2019 em 18:56

      Melhor é deixar o absurdo legitimado, né? (warning: contém ironia)

    • Miguel Resque

      27 de fevereiro de 2019 em 8:10

      Imposto é dinheiro público! Isso não é opinião, é fato. A lei Rouanet autoriza e a pessoa vai captar recursos junto a empresas que pagam impostos e, ao invés de repassar o imposto aos cofres públicos a empresa repassa as mãos do captador dessa Lei. Bem como esse FSA também é dinheiro público. Não estou dando juízo de valor a posição alguma, apenas estou dando informações e dizendo o que é fato e o que é desinformação.

      • Gilmar Lopes

        27 de fevereiro de 2019 em 10:25

        Tá bom! Ok! você tem razão!

      • Ed Vogado

        27 de fevereiro de 2019 em 10:59

        Imposto deduzido da declaração do imposto de renda é dinheiro público! Isso não é opinião, é fato. A lei que autoriza a pessoa que paga impostos a gastar com educação, médicos, etc e, ao invés de repassar o valor do imposto aos cofres públicos a pessoa deduz do Imposto de Renda e não paga aos cofres públicos. Não estou dando juízo de valor a posição alguma, apenas estou dando informações e dizendo o que é fato e o que é desinformação. Você está deixando de pagar imposto, sonegador de bosta! Vai preso!

    • Paulo Sérgio Ferreira de Moraes

      16 de abril de 2019 em 10:15

      Acredito que o grande erro dessa materia, mostrar que não foi arrecadado nada pela Lei Rouanet, mas deixa claro que foi arrecadado, pelo menos, R$ 3.500.000,00 por outra lei que é idêntica a Lei Rouanet, ou seja, dinheiro de impostos que deveriam servir a população, ma que forma jogados em projetos Audio-visuais. Não se usou a Lei Rouanet, mas outra lei idêntica.

    • Só leio o que é verdade

      22 de abril de 2019 em 7:52

      Exato!, que Deus te abençoe amigo!

  2. Marcos Tavares.

    19 de fevereiro de 2019 em 22:56

    O fato de ter ou nao utilizado dinheiro da lei ,essa ou aquela até que dá pra engolir, agora um filme tentando fazer de Deus um BANDIDO, terrorista, pilantra um herói é o fim , assim como essa tentativa de defesa desse diretor e ator de quinta, observar também que o referido bandido foi anistiado pela sua turma , 2012 o país ainda estava sob o comando da ptralhada!

  3. FC Montibello

    19 de fevereiro de 2019 em 23:59

    Parece simples e bem justificado, né mesmo? É sabido que ele não chegou as 10 milhões… Que ainda pior, como conseguiu realizar com só 35%? Não é curioso? E basta ver o filme para ver os patrocinadores… Algum que não seja empresa pública? Se tiver, me avise! Obrigado!

    • Gilmar Lopes

      20 de fevereiro de 2019 em 8:28

      Não vi o filme ainda! Já estreou?

    • Jéssica Carvalho

      20 de fevereiro de 2019 em 10:57

      Exatamente!!!
      Conseguiu fazer com bem menos
      Não tinha necessidade de ser 10 milhões
      Ainda mais pra fazer um filme cheio de mentiras.

      • Gilmar Lopes

        20 de fevereiro de 2019 em 14:43

        Não sei se você já trabalhou com cinema (ou com algum projeto ligado à Cultura), mas os produtores tem que preparar a documentação com todos os detalhes possíveis e com todas as previsões de gastos. Infelizmente (principalmente aqui no Brasil), quase ninguém dá importância para a Cultura e os produtores nunca conseguem captar tudo o que precisam. Nesses casos, o jeito é apertar o orçamento e fazer com o que der. A qualidade final do produto cai bastante, mas ainda assim o projeto é executado, pois as pessoas envolvidas querem fazer e fariam de qualquer jeito.
        Ainda não assisti ao filme e, portanto, não posso opinar quanto ao enredo e qualidade da produção. Assim que assistir, deixarei as minhas impressões aqui nos comentários (lembrando que não sou crítico de cinema).

      • Gilmar Lopes

        20 de fevereiro de 2019 em 14:44

        Outro detalhe que estamos deixando de lado aqui é a quantidade de empregos diretos e indiretos que a produção de um filme gera.

  4. Lucas Alexandre Silveira

    20 de fevereiro de 2019 em 0:26

    Faça um artigo: Marighella era Branco ou Negro? Seria uma boa pra provarem que o Filme é um Fake! 😉👉🇧🇷

    • Gilmar Lopes

      20 de fevereiro de 2019 em 8:28

      Ainda não vi o filme. Estou aguardando estrear!

      • Edmar

        20 de fevereiro de 2019 em 10:50

        Vocês viram sim pois foi lançado em Berlim porque aqui não vai ter bilheteria nenhuma

        • Gilmar Lopes

          20 de fevereiro de 2019 em 11:30

          Ué! Como assim? Eu não moro em Berlim! Está sugerindo que eu baixe o filme e assista pirata?

          • Helisam Soares

            23 de fevereiro de 2019 em 18:04

            Eu uso internet desde de 1997 e sei o que acontece no mundo, vejo taisr, trailer, comentários e críticas! Você está tão obtuso assim?!

      • Wkleber

        22 de fevereiro de 2019 em 3:50

        Nesse caso nem precisa ver o filme para comentar essa informação da cor do personagem.

      • Arthur Listein

        22 de fevereiro de 2019 em 22:32

        O Marighella é interpretado pelo Seu Jorge… precisa ver o filme pra saber a cor do personagem?
        Eu heim.

  5. Alex

    20 de fevereiro de 2019 em 2:37

    Ainda bem que foi “apenas” 3.6 milhões.

  6. RODRIGO LUIZ DA SILVEIRA

    20 de fevereiro de 2019 em 6:48

    Todo imposto direta ou indiretamente recai sobre a população. Não iluda ninguém para que achem que os empresários assumem os custos sem repassar para quem realmente paga a conta da sociedade.

    • Iris

      20 de fevereiro de 2019 em 13:05

      Não leu matéria ou nao sabe interpretar texto.

  7. João

    20 de fevereiro de 2019 em 7:45

    Jornalismo escroto bolsiminico e patético. Jornalista de merda.

  8. marcos freitas

    20 de fevereiro de 2019 em 9:26

    DEVERIA TER RECEBIDO PORQUE TRATA-SE DA HISTÓRIA DE UM GRANDE #HERÓI #BRASILEIRO.
    ETERNO MARIGHELLA!

    • Jéssica Carvalho

      20 de fevereiro de 2019 em 10:54

      Viva o Ustra!!!!

      • Ustra Gado

        20 de fevereiro de 2019 em 12:07

        Viva a Jéssica gado fascista apoiadora de torturador!

      • Rodrigo

        20 de fevereiro de 2019 em 16:55

        Torturador assassino safado!! Deveriam era tocar fogo no túmulo desse miserável do Ustra!!

        • José Silva

          24 de fevereiro de 2019 em 21:54

          Marighella era um anjo né.

          • Ustra Gado

            25 de fevereiro de 2019 em 17:15

            Marighella era um anjo né.
            Perto do Ustra, sem dúvida alguma.

          • Gilmar Lopes

            25 de fevereiro de 2019 em 17:58

            Ninguém nem assistiu a caraia do filme ainda e já estão condenando o bagulho!
            Não acha que o filme vai ser bom? É só não ver, caramba!

  9. Rogério César

    20 de fevereiro de 2019 em 9:40

    Então esta é a base da conclusão obtida pelo E-Farsas, ou seja, recursos da lei Rouanet todo conseguido dentro da lei, correto, certo nada desviado… é sério isso???
    Nem o próprio Wagner Moura foi as redes sociais ou qualquer outro veículo para contestar ou negar o valor divulgado mas E-Farsas fez, porém não foi perguntando
    ao produtor mas com deduções… só rindo.
    Será realmente baseado em diversas formas de revelações feitas por esta turma que alguém ainda acredita na veracidade de E-FARSAS???
    E quanto ao “desvendar” fake news, porque só o que direcionado a esquerda é mentira? Será os produtores deste site também tem esta tendência ?
    Cuidado meus queridos jornalistas, o povo não é mais tão alienado…vcs estão perdendo toda a credibilidade.

    • Gilmar Lopes

      20 de fevereiro de 2019 em 9:47

      Cadê as provas de quanto ele gastou? Mostrei aqui as provas que consegui achar a respeito, diferente de que muita gente está espalhando por aí sem provas!
      Mais um detalhe: Não sou jornalista e sempre deixo claro aqui que o E-farsas nunca deve ser usado como única fonte de consulta. Ainda tá em dúvida mesmo depois de ler nossos artigos? Vai procurar em outras fontes, sempre!

      • Helisam Soares

        23 de fevereiro de 2019 em 18:09

        Discordo dos seus comentários anteriores, mas concordo quando diz: “Mostrei aqui as provas que consegui achar a respeito, diferente de que muita gente está espalhando por aí sem provas!”, mas mesmo assim, lembrando que moro no Brasil, a suspeita persiste!

  10. Paulo

    20 de fevereiro de 2019 em 10:51

    Gilmer, acho que vc deveria tentar implementar uma ferramenta de captcha nos comentários. As vezes vc fica respondendo para bots.

  11. Suellen

    20 de fevereiro de 2019 em 11:04

    Cara, eu gosto muito do E- Farsas, o site sempre busca trazer a verdade sem que haja distinção política entre esquerda e direita. Acredito que o compromisso do site é com a verdade.

  12. Inadepto

    20 de fevereiro de 2019 em 12:31

    Explicando o Condecine – é uma taxa obrigatória que o ANUNCIANTES pagam, através das Produtoras, para que os comerciais possam ser exibidos na TV.
    É um rio de dinheiro que vai para o fundo setorial, que faz o papel de Robin Hood.

  13. Kássio

    20 de fevereiro de 2019 em 14:41

    Gilmar, gostaria de parabeniza-lo pelo site e pela determinação. Acompanho seu site há alguns anos, e acredito que nos últimos tempos não está sendo fácil pra você ser acusado de fake news, de ser tendenciosos e etc.

    De toda forma, não deixe se levar por essas pessoas. Seu trabalho aqui é muito bom, e se isso servir de alguma coisa, eu expresso aqui minha admiração pelo seu trabalho realizado.

    • Gilmar Lopes

      20 de fevereiro de 2019 em 14:54

      Valeu! Abração!

  14. Anjodoinferno

    20 de fevereiro de 2019 em 15:47

    Mas é? I é? Mas é? Í é?

  15. samuel

    20 de fevereiro de 2019 em 16:06

    Adorei a postagem Gilmar parabéns. Sobre; se o filme é bom ou não temos que assistir pra saber, vi muitos comentários de pedantes.
    mais uma vez parabéns seu trabalho é muito bom

  16. Sônia maria

    20 de fevereiro de 2019 em 16:29

    Acho tudo isso uma palhaçada, não me parece coerente,quando, meu país ‘e de terceiro mundo,há categorias de proficionais, que com insentivo, fariam toda diferença para o país,para as pessoas,para os próprios proficionais.
    Essa lei Rouanet, além de ser muito mais que insentivo, ‘de mal uso, chego a dizer que ‘e de uso criminoso.
    Que país ‘e esse que o STF, além de todo “insentivo”,que não tem haver com a lei Rouaner,recebe um super salário,o mesmo, o senado,os bancos,os grandes cargos.
    Cadê a “coerência”,onde quem tem mais,pode mais,tem mais direitos?
    Vamos por parte; Essa lei Rouanet além de ter que ser revista, com urgência,ainda tem que ter uma alteração drástica,ou cancelar definitivamente.
    O reembolso desses valores milionários,”emprestado,” aos milionários.
    Artistas, pseudo artistas,grandes bancos,etc.
    Tá TUDO errado.
    Quinze anos de uma organização criminosa no poder, deu pra “alimentar”,grandes monstros.

  17. Sônia maria Capistrano

    20 de fevereiro de 2019 em 16:34

    Acho tudo isso uma palhaçada, não me parece coerente,quando, meu país ‘e de terceiro mundo,há categorias de proficionais, que com insentivo, fariam toda diferença para o país,para as pessoas,para os próprios proficionais.
    Essa lei Rouanet, além de ser muito mais que insentivo, ‘de mal uso, chego a dizer que ‘e de uso criminoso.
    Que país ‘e esse que o STF, além de todo “insentivo”,que não tem haver com a lei Rouaner,recebe um super salário,o mesmo, o senado,os bancos,os grandes cargos.
    Cadê a “coerência”,onde quem tem mais,pode mais,tem mais direitos?
    Vamos por parte; Essa lei Rouanet além de ter que ser revista, com urgência,ainda tem que ter uma alteração drástica,ou cancelar definitivamente.
    O reembolso desses valores milionários,”emprestado,” aos milionários.
    Artistas, pseudo artistas,grandes bancos,etc.
    Tá TUDO errado.
    Quinze anos de uma organização criminosa no poder, deu pra “alimentar”,grandes monstros.

    • Maria andrea vieira de souza

      21 de fevereiro de 2019 em 9:12

      Pra começa a lei é de 1991 pessoal da época do Fernando Collor nem tudo é do pt leiam mais se informem mais antes de criticar um filme que ainda nem viram e outra coisa se não gostam sobre o assunto é só não assistir quando estreia porque cada um faz o que quizer com o dinheiro que recebe! Parabéns ao site pelos esclarecimentos!

  18. LUIZ FERNANDO BUBINIAK

    20 de fevereiro de 2019 em 17:47

    Ah tá .então os editores do site não sabem que renúncia fiscal nada mais é que dinheiro PÚBLICO que deixa de entrar para os cofres para ser usado com toda a população.
    Pois o empresário que decide por alguma razão patrocinar o filme pela lei acaba por deixar de recolher os tributos ao fisco e dar para o produtor do filme.

    ENTAO É DINHEIRO PUBLICO SIM, MESKO QUE ATRAVÉS DE VIA INDIRETA. TODOS NÓS BRASILEIROS DE ALGUMA FORMA FOMOS OBRIGADOS A FINANCIAR ESTE LIXO.

    • Gilmar Lopes

      20 de fevereiro de 2019 em 21:10

      Amigão! Vamos mais uma vez tentar explicar como funciona a Lei Rouanet e traçar um paralelo com outras situações semelhantes que ocorrem no Brasil diariamente:
      Quando alguém investe em Cultura, pode abater de 4 a 6% do valor no Imposto de Renda. Somente essa porcentagem do que é investido pode ser deduzida, entendeu?
      Vamos supor que você financie R$ 100 para um filme. Apenas 6 reais são deduzidos no Imposto de Renda e não 100% como muita gente imagina.
      Agora vamos comparar essa renúncia fiscal com outras práticas que todos nós fazemos todos os dias:
      Quando você resgata seus créditos da Nota Fiscal Paulista (ou outro programa de premiação do seu estado) ou até quando você paga o IPTU antes da data de vencimento pra ter um desconto, por exemplos, você sente que tá lesando o Governo?
      Não, né? Mas, no fundo, é a mesma coisa. Ao conseguir um desconto no IPVA, você está “se aproveitando” do Estado?
      Indo por esse lado, as igrejas então também lesam o Governo, já que não pagam impostos! Concorda?
      Voltando à Lei Rouanet, vou deixar a seguir vários links (inclusive, do próprio Ministério da Cultura) mostrando que estudos feitos no final de 2018 constataram que a Lei Rouanet dá um retorno de R$ 1,59 ao país para cada real investido:
      https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2018/12/14/lei-rouanet-da-retorno-de-r-159-ao-pais-para-cada-r-1-investido-em-projetos-diz-ministerio.ghtml
      https://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-da-manha/lei-rouanet-para-cada-r-1-real-investido-ha-retorno-de-r-159-na-economia-segundo-estudo.html
      https://noticias.r7.com/economia/projetos-da-lei-rouanet-injetaram-quase-r-50-bilhoes-na-economia-14122018
      Nesse artigo do Ministério da Cidadania é explicado que os projetos viabilizados com a ajuda da Lei Rouanet injetaram quase R$ 50 bilhões na economia em 27 anos.
      O estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas apurou que a cada R$ 1 investido por patrocinadores em 53.368 projetos culturais por meio da Lei em 27 anos, R$ 1,59 retornaram para a sociedade por meio da movimentação financeira de uma extensa cadeia produtiva, que vai desde a equipe contratada para construção de um cenário à logística de transporte necessária para a montagem de um show.
      A lei tem seus problemas? É óbvio que sim, mas é uma das poucas oportunidades que o artista tem de conseguir viabilizar seus projetos.

      • Helisam Soares

        23 de fevereiro de 2019 em 18:30

        Sua desculpa é alinhar por baixo!? Comparando com um cidadão comum?! Eu não consigo sair do Brasil pra pensar em novos projetos, pois aqui no Brasil estou sendo perseguido… Eu não consigo linha de financiamento! Se tem a dica, me passe! Me fale como conseguir 10 milhões de investidores sérios mesmo! Pois o que vejo são só pontas soltas!

  19. ..

    20 de fevereiro de 2019 em 20:52

    Em 15 anos a corja comunista ptralha saqueou o país e os seus companheiros ptralhas da base artística podre que fazem propaganda para quadrilha usou a lei rouanet para enriquecendo ilícito… Uma vergonha pois a população está morrendo nas filas dos hospitais enquanto essa gente podre gasta o dinheiro roubado

    • DIEGO SANTOS CORREIA DE MELO

      21 de fevereiro de 2019 em 4:37

      A produção cultural é de extrema importância aos imbecis que pensam o contrário vivam na sua estupidez se isolem que é muito melhor. 3.6 milhões de forma legal e documentada causa um problema, mas movimentações de 7 milhões , laranjas , patrimônio muito acima do declarado isso tá tudo certo! Bom trabalho Gilmar, e sinto muito já que você tem que aturar uma corja de alienados que não sabem nem ler um texto simples.

      • Helisam Soares

        23 de fevereiro de 2019 em 18:33

        Me explica como a família do Lula era pobre antes de 2002 e em 2006 eram grandes fazendeiros!? Tem dúvidas!? Pergunta no sul do Pará, de quem pertence as maiores fazendas de gado… Eu crio gado há 30 anos e não consegui esse milagre agropecuário!

        • Gilmar Lopes

          23 de fevereiro de 2019 em 19:44

          Você tem provas disso que você tá falando?

        • João Bosco Coelho Costa

          25 de fevereiro de 2019 em 12:12

          Tem que meter o Lula&Família no meio. Afff…

    • rogerio

      21 de fevereiro de 2019 em 21:01

      O Grande petralha é você! O Filme trata de um personagem da história. É a mesma coisa você fazer um filme do Benito Mussolini, ou qualquer personagem da história. Você quer é assistir um filme do Bolsonaro, quem sabe algum dia alguém faça um filme de um analfabeto funcional como ele. Na verdade, seria um bom filme de vilão. Militares sempre serão vilões em filmes, porque estupraram, mataram e torturaram pessoas como eu e você. É claro que se você não fosse tão idiota, talvez nem torturado seria pois só pessoas inteligentes são torturadas. Então esse problema você não terá. Coma bastante big mac e assista muito filme do transformers, quem sabe você eleve sua mente de um amendoim para uma amêndoa!

  20. Tim

    21 de fevereiro de 2019 em 17:42

    Entendo, querido.
    Vc deve ser daquela turminha que acha que dinheiro brota de árvore, surge do nada.

    Primeiro que estes 3,55 milhões é dinheiro que iria para o governo. Basicamente, é como se vc tivesse vários imoveis e eu cobrasse o aluguel de todos eles para vc. Um belo dia vc me diz que eu posso ficar com os alugueis de 3 dos seus imoveis. Aí vc me diz que não me deu nada. Entendi.

    Pior é vc tentar explicar o Condecine. rs. Hilário. Condecine é uma contribuição dos próprios produtores audiovisuais e volta para eles mesmos.

    Na moral mesmo, numa boa. Mostra para mim, onde é que está escrito na Constituição que “dinheiro de imposto tal deve ir unica e exclusivamente para seu proprio setor”? Só uma dica: já ouviu falar de superavit primario? Pq afinal, muito facil vc recolher o dinheiro, juntar tudo, e depois distribuir o dinheiro. Aí é claro, todo os setores se “financiam”.

    Mas agradeço, de coração. Esta matéria demonstrou definitivamente quem vc é

    • Gilmar Lopes

      21 de fevereiro de 2019 em 17:56

      Obrigado pelo “querido”! É tão difícil uma conversa civilizada por aqui que quando sou bem tratado até estranho! 🙂
      Infelizmente, você está fazendo as contas de forma errada!
      Os 3,55 milhões não são deduzidos na íntegra do Imposto de Renda. 4% de 3,55 milhões dá R$ 142 mil! Esse é o valor total que não entra para os cofres públicos.
      Agora, vamos colocar na balança quantos empregos uma produção dessa gera. Digo empregos diretos e indiretos. Do cinegrafista ao maquiador, passando pelo pessoal da faxina, do transporte etc. Consegue mensurar isso?
      Outro detalhe que você não colocou na sua conta é que em todo investimento desse tipo deve haver as contrapartidas, que são “prêmios” que os produtores tem que dar para a população em troca do aporte financeiro: Algumas sessões grátis para regiões carentes, emprego de mão-de-obra local etc.
      Em relação à CONDECINE, leia o que diz no próprio site da Ancine:

      “A Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE foi instituída pela Medida Provisória 2.228-1/2001. A contribuição incide sobre a veiculação, a produção, o licenciamento e a distribuição de obras cinematográficas e videofonográficas com fins comerciais, bem como sobre o pagamento, o crédito, o emprego, a remessa ou a entrega, aos produtores, distribuidores ou intermediários no exterior, de importâncias relativas a rendimento decorrente da exploração de obras cinematográficas e videofonográficas ou por sua aquisição ou importação, a preço fixo. A partir da entrada em vigor da Lei 12.485/2011, marco regulatório do serviço de TV por assinatura, que abriu o mercado às operadoras de telefonia, a CONDECINE passou a ter também como fato gerador a prestação de serviços que se utilizem de meios que possam, efetiva ou potencialmente, distribuir conteúdos audiovisuais. O produto da arrecadação da CONDECINE compõe o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), sendo revertido diretamente para o fomento do setor.Com o aumento no volume de recursos, o FSA se tornou hoje o maior mecanismo de incentivo ao audiovisual brasileiro, realizando investimentos em todos os elos da cadeia produtiva do setor.”

      Fonte: https://ancine.gov.br/pt-br/condecine

      • Tim

        22 de fevereiro de 2019 em 8:48

        Somente uma curiosidade, então.

        Vc falou sobre o retorno de R$ 1,59 para cada real investido. Ok. Se fizermos um levantamento de todas as obras assistenciais de uma Igreja ou grupo religioso e verificarmos que o retorno é maior que R$ 1,59, então vc acha que deveríamos dar mais investimentos a eles? Então toda a isenção fiscal que o grupo religioso tem seria justificável, certo?

        • Gilmar Lopes

          22 de fevereiro de 2019 em 10:08

          Não achei levantamento a respeito!

          • Helisam Soares

            23 de fevereiro de 2019 em 18:34

            Você nem pesquisou, pois sabe!

  21. rogerio

    21 de fevereiro de 2019 em 20:55

    É triste viver em um país onde a cultura é trata de forma tão vil. E trabalhei usando essa lei em vários trabalhos e me ajudou muito a fazer o que gosto: cinema. Agora, umas pessoas incompetentes que não sabem nada de cultura ou mesmo o que é a lei, dão pitacos ignorantes e assim vai nossa cultura, assim se afunda os artistas do Brasil. Depois reclamam que o Brasil não tem cultura não tem educação. Uma vergonha, imagina se o Charlie Chaplin vivesse no Brasil, nem existiria. O problema do Brasil é que existem mais gente burra e analfabeta que os pobres miseráveis que não tiveram estudos. Chamá-los de analfabetos e miseráveis é até uma ofensa, para mim esses que criticam a lei e quem defende a nossa cultura. Mas posso ser mais brando com minha crítica, leitores de Super-homem não entendem de cultura!

  22. rogerio

    21 de fevereiro de 2019 em 21:03

    Tem outra coisa dar dinheiro para gráfica laranja e pegar dinheiro de funcionários fantasmas pode né!

  23. Djair Sergio

    23 de fevereiro de 2019 em 3:35

    Muito boa a matéria.
    Parabéns.
    O fato de boa parte da população brasileira estar analfabeta política é mais um incentivo pra manter esse tipo de jornalismo.
    O filme foi um sucesso em Berlim e promete ser um sucesso nas telas brasileiras e internacionais…
    agora é só aguardar e aproveitar a História!!!!

    • Gilmar Lopes

      23 de fevereiro de 2019 em 11:16

      Grande parte desse sucesso vem justamente desse pessoal que ficou falando mal do filme! Deviam ter deixado passar batido e ninguém ia falar nada. Foi assim com o filme do Ultraje a Rigor!

      • Helisam Soares

        23 de fevereiro de 2019 em 18:37

        Cara, sinceramente esse seu último comentário, não sei se foi ironia ou se foi de coração, tenho até medo de rir!

  24. Gilmar Lopes

    23 de fevereiro de 2019 em 19:45

    É verdade! O barulho só está servindo para divulgar ainda mais o filme (que deve ser um lixo)

  25. Anon_)_

    24 de fevereiro de 2019 em 21:21

    Sitezinho lixo!
    Site esquerdista.
    Se vim reclamar do meu comentário, eu tiro essa bosta do ar.

    • Gilmar Lopes

      25 de fevereiro de 2019 em 8:27

      Pode tirar do ar! Me ensina como se faz isso!

    • Professor Vete

      25 de fevereiro de 2019 em 17:16

      Sitezinho lixo!
      Comentário bosta.
      Site esquerdista.
      Comentarista bunda.
      Se vim reclamar do meu comentário, eu tiro essa bosta do ar.
      “Se VIR reclamar”. Além de burro é analfabeto.

      • Gilmar Lopes

        25 de fevereiro de 2019 em 17:44

        O sujeito é tão macho atrás de um teclado, né? Esse espaço foi criado para debate de ideias e não de insultos, mas idiotas como esse Anon_)_ podem fazer com que eu feche os comentários do site pra sempre. Aí vão começar a chamar o site de radical, de ditador, de não aceitar comentários por ter medo da verdade…

        • Professor Vete

          27 de fevereiro de 2019 em 12:50

          E aí, Gilmar, o Anon_)_ já tirou o site do ar? AHAHAHHAHA

          • Gilmar Lopes

            27 de fevereiro de 2019 em 14:24

            Estamos aguardando ele fazer esse favor pra nós!

  26. Maristela

    24 de fevereiro de 2019 em 22:11

    Cadê o Queiroz? Família Bozonaro é miliciana? E as deputadas laranja?

  27. rodolfo costa

    25 de fevereiro de 2019 em 1:40

    Parabens, Gilmar,melhor site,acompanho desde windows 95,o primeiro site que lembro quando tenho duvidas.

    • Gilmar Lopes

      25 de fevereiro de 2019 em 8:25

      Valeu!

  28. Sergio

    25 de fevereiro de 2019 em 7:14

    Eu não ia assistir a esse filme mas a polêmica é tão grandeque me deixou curioso.

    • Gilmar Lopes

      25 de fevereiro de 2019 em 8:25

      Eu também! 🙂

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