17 COMMENTS

  1. O intuito da postagem foi válido. O ódio entre classes, raças, níveis sociais são continuamente incentivados por aqueles que querem destruir a ordem existente, para colocar a sua “ordem”. Só o exemplo usado é que foi falho. Mas isso não anula a mensagem passada pela postagem.
    Os esclarecimentos de vcs foi muito válido, no sentido de adquirirmos mais conhecimentos sobre os hábitos das formigas. Obrigado!

    • “querem destruir a ordem existente” era dito para defender a lei da escravidão.

      Fingir que racismo não existe não vai resolver o problema.

  2. Impressionante, então animais não falam e podem ser mortais uns para os outros. Mesmo assim não faltam desenhos e animações com animais falando e com espécies inimigas interagindo, tudo falso, menos o detalhe que é o desconhecimento do que é uma fábula para o analista do e-farsas

    • Caso não tenha percebido, Altair coloquei “fábula” entre aspas como ironia. Isso não viralizou como fábula, no sentido literal da palavra, mas como ataque enviesado, principalmente contra a imprensa. Tentaram fazer isso parecer uma fábula como se tivesse, inclusive, validade científica, mas não tem. Se você disseminou isso foi claramente enganado, o que também é uma ironia considerando o suposto “objetivo” do texto em abrir os olhos das pessoas. Continuam fechados, como era de se esperar.

      • Farsa, para mim, está nessa análise do É-FARSAS referente a fábula das formigas. Os próprios entrevistados do Site afirmaram que há, sim, a possibilidade das formigas brigarem umas com as outras e de se matarem entre si, para defenderem o seu território, independentemente de estarem ou não dentro de uma jarra de vidro e de quem tenha sacudido. A publicação que viralizou na internet, como o próprio nome já afirma, trata-se de uma fábula e, neste caso, não há a necessidade de comprovação científica quando a intenção do autor foi a de ilustrar uma situação que, com certeza, retratou muito bem o momento de incertezas em que estamos vivendo. Uma geração de porra louca que se doe e reclama de tudo e que, na verdade, não passa de marionete e de massa de manobra nas mãos de personagens malignos.

        Uma minoria está ditando as regras do jogo no lugar da maioria e impondo, para ela, como o jogo deve ser jogado, conforme os seus interesses demoníacos. As formigas, neste caso, representa a sociedade atual e, jarra de vidro, o mundo em que vivemos. Já a pessoa que sacudiu a jarra de vidro, está representada pela esquerda e por aqueles que sonham em dominar o mundo. Daí a importância do povo abrir os olhos e lutar contra quem realmente é inimigo dele, de fato.

  3. O intuito da postagem foi válido. O ódio entre classes, raças, níveis sociais são continuamente incentivados por aqueles que querem destruir a ordem existente, para colocar a sua “ordem”. Só o exemplo usado é que foi falho. Mas isso não anula a mensagem passada pela postagem.
    Os esclarecimentos de vcs foi muito válido, no sentido de adquirirmos mais conhecimentos sobre os hábitos das formigas. Obrigado!

  4. Impressionante, então animais não falam e podem ser mortais uns para os outros. Mesmo assim não faltam desenhos e animações com animais falando e com espécies inimigas interagindo, tudo falso, menos o detalhe que é o desconhecimento do que é uma fábula para o analista do e-farsas

    • Caso não tenha percebido, Altair coloquei “fábula” entre aspas como ironia. Isso não viralizou como fábula, no sentido literal da palavra, mas como ataque enviesado, principalmente contra a imprensa. Tentaram fazer isso parecer uma fábula como se tivesse, inclusive, validade científica, mas não tem. Se você disseminou isso foi claramente enganado, o que também é uma ironia considerando o suposto “objetivo” do texto em abrir os olhos das pessoas. Continuam fechados, como era de se esperar.

  5. A história pode não ser real no mundo das formigas, mas entre as pessoas é tão claro quanto a luz do dia que o povo tem sido sistematicamente colocado uns contra os outros, sobretudo por políticos que defendem o separar para conquistar, o senhor deve saber bem do que estou falando. Portanto ainda que a história das formigas não seja real, a analogia aos homens é.

  6. A história pode não ser real no mundo das formigas, mas entre as pessoas é tão claro quanto a luz do dia que o povo tem sido sistematicamente colocado uns contra os outros, sobretudo por políticos que defendem o separar para conquistar, o senhor deve saber bem do que estou falando. Portanto ainda que a história das formigas não seja real, a analogia aos homens é.

  7. Porque por toda nossa vida pudemos crescer e viver nos iludindo e a atual geração é impedida de viver isto?

    “Temos por volta de 60 anos e já vimos uma negra como âncora do Fantástico (Glória Maria).

    Crescemos vendo um nordestino, um negro, um galã de circo e um caipirinha (Didi, Mussum, Dedé e Zaca) formando um dos maiores grupos de humor do Brasil, Os Trapalhões, fazendo piadas e críticas ao sistema que hoje jamais seriam aceitas pela sociedade, como homossexualidade e problemas de dependência química com o álcool.

    Também vimos um grupo heterogêneo como o Casseta & Planeta, que tinha negro, branco e homossexual, fazendo piadas de mesmas temáticas que os trapalhões, serem referência de humor; detalhe: ambos na globo (na época com “G”).

    Crescemos vendo um travesti participando de todos os programas da família brasileira sem nenhum problema (Rogéria).

    Crescemos vendo um negro gay (Jorge Lafond) ser um dos grandes nomes do humor e da propaganda nacional.

    Crescemos vendo uma transexual ser padrão de beleza feminina e capa de revista masculina (Roberta Close).

    Crescemos vendo um gay, com roupas nada ortodoxas, ser um dos maiores cantores e voz do Brasil (Ney Matogrosso).

    Aliás, por falar em música, crescemos tendo ídolos gays na música, como Cazuza e Renato Russo, fazendo críticas duras ao sistema.

    Crescemos vendo uma banda muito engraçada, fazendo músicas e zoando tudo que hoje é considerado impróprio, fazendo maior sucesso e criticando, de forma bem humorada essas situações (Mamonas Assassinas).

    Quase todos os nossos ídolos do esporte são negros.

    Crescemos vendo um negro como maior ídolo desse país (Pelé) e uma das figuras mais populares do Mundo.

    Testemunhamos um cantor gago, ex-garçom, se tornar a voz romântica mais famosa desse país (Nelson Gonçalves).

    Por falar em Nelson, vimos um outro, um anão, fazer tanto sucesso quanto (Nélson Ned).

    Crescemos vendo um negro e um nordestino serem referências culturais da MPB (Gil e Caetano).

    Crescemos vendo um homem gordo, zoando sua própria gordura, se tornar o apresentador mais bem pago do país (Faustão).

    Crescemos vendo um homossexual extremamente requintado, inteligente, em programas da família brasileira ser amado por muitos e ainda ter virado um dos políticos mais bem votados desse país (Clodovil), explicando que a sexualidade é um direito de cada um, e isso não tem nada a ver com o seu valor como ser humano.

    Crescemos vendo que a melhor maneira de defender seus direitos é abertamente expressá-los de forma *educada e inteligente*.

    Crescemos entendendo que preconceitos são estupidez, pois toda a nossa formação foi com exemplos de representantes de todas as classes, em um país, que normalizou a presença de todos em programas de televisão, onde tudo era discutido sem nenhum pudor.

    Crescemos entendendo de verdade o que era liberdade de expressão. Infelizmente, hoje com esse _mimimi da porra_, não temos mais liberdade de expressão. Tudo que citei acima seria execrado por essa “nova” sociedade *chata pra caralho!!*

    Hoje a “resistência” luta contra “monstros” e rótulos que ela mesma criou e tudo tornou-se proibido e preconceituoso.”

    *Geração chata do caralho!!!*

    Queria aquele Brasil, em que crescemos, de volta.

    Ah, quase esqueci do Chico Anysio, o incomparável, com sua Escolinha do Professor Raimundo, onde havis todas as classes representadas… gay, evangélica, malandro, marombeiro, etc.

    Autores: _*os sexagenários de 2.021*_

    Onde estava o E-farsas para desmentir o que vivemos no decorrer de nossas vidas?
    Porque nós pudemos crescer com ilusões e a geração atual é proibida de passar por isso?

    “Temos por volta de 60 anos e já vimos uma negra como âncora do Fantástico (Glória Maria).

    Crescemos vendo um nordestino, um negro, um galã de circo e um caipirinha (Didi, Mussum, Dedé e Zaca) formando um dos maiores grupos de humor do Brasil, Os Trapalhões, fazendo piadas e críticas ao sistema que hoje jamais seriam aceitas pela sociedade, como homossexualidade e problemas de dependência química com o álcool.

    Também vimos um grupo heterogêneo como o Casseta & Planeta, que tinha negro, branco e homossexual, fazendo piadas de mesmas temáticas que os trapalhões, serem referência de humor; detalhe: ambos na globo (na época com “G”).

    Crescemos vendo um travesti participando de todos os programas da família brasileira sem nenhum problema (Rogéria).

    Crescemos vendo um negro gay (Jorge Lafond) ser um dos grandes nomes do humor e da propaganda nacional.

    Crescemos vendo uma transexual ser padrão de beleza feminina e capa de revista masculina (Roberta Close).

    Crescemos vendo um gay, com roupas nada ortodoxas, ser um dos maiores cantores e voz do Brasil (Ney Matogrosso).

    Aliás, por falar em música, crescemos tendo ídolos gays na música, como Cazuza e Renato Russo, fazendo críticas duras ao sistema.

    Crescemos vendo uma banda muito engraçada, fazendo músicas e zoando tudo que hoje é considerado impróprio, fazendo maior sucesso e criticando, de forma bem humorada essas situações (Mamonas Assassinas).

    Quase todos os nossos ídolos do esporte são negros.

    Crescemos vendo um negro como maior ídolo desse país (Pelé) e uma das figuras mais populares do Mundo.

    Testemunhamos um cantor gago, ex-garçom, se tornar a voz romântica mais famosa desse país (Nelson Gonçalves).

    Por falar em Nelson, vimos um outro, um anão, fazer tanto sucesso quanto (Nélson Ned).

    Crescemos vendo um negro e um nordestino serem referências culturais da MPB (Gil e Caetano).

    Crescemos vendo um homem gordo, zoando sua própria gordura, se tornar o apresentador mais bem pago do país (Faustão).

    Crescemos vendo um homossexual extremamente requintado, inteligente, em programas da família brasileira ser amado por muitos e ainda ter virado um dos políticos mais bem votados desse país (Clodovil), explicando que a sexualidade é um direito de cada um, e isso não tem nada a ver com o seu valor como ser humano.

    Crescemos vendo que a melhor maneira de defender seus direitos é abertamente expressá-los de forma *educada e inteligente*.

    Crescemos entendendo que preconceitos são estupidez, pois toda a nossa formação foi com exemplos de representantes de todas as classes, em um país, que normalizou a presença de todos em programas de televisão, onde tudo era discutido sem nenhum pudor.

    Crescemos entendendo de verdade o que era liberdade de expressão. Infelizmente, hoje com esse _mimimi da porra_, não temos mais liberdade de expressão. Tudo que citei acima seria execrado por essa “nova” sociedade *chata pra caralho!!*

    Hoje a “resistência” luta contra “monstros” e rótulos que ela mesma criou e tudo tornou-se proibido e preconceituoso.”

    *Geração chata do caralho!!!*

    Queria aquele Brasil, em que crescemos, de volta.

    Ah, quase esqueci do Chico Anysio, o incomparável, com sua Escolinha do Professor Raimundo, onde havis todas as classes representadas… gay, evangélica, malandro, marombeiro, etc.

    Autores: _*os sexagenários de 2.021*_

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