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A USP comprovou mesmo a cura com a energia das mãos?

Conspirações

A USP comprovou mesmo a cura com a energia das mãos?

Estudo científico feito por uma instituição conceituada em São Paulo teria comprovado a eficácia da cura através da energia das mãos! Será que isso é verdade?

A notícia da descoberta feita por um estudo desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) foi inúmeras vezes compartilhada nas redes sociais, além de ser publicada em vários sites e blogs.

De acordo com o texto, a USP em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) teria comprovado que a energia liberada pelas mãos teria o poder de curar qualquer tipo de doença! A notícia ainda explica que o trabalho de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu de uma tese de mestrado de um pesquisador na Faculdade de Medicina da USP e que foram investigados os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos, chamada de Reiki.

O cientista, de acordo com o texto que se espalha pela web, afirmou ter investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores.

Será que essa notícia é real?

Testes feitos em animais teriam comprovado a eficácia do reiki! Será verdade? (foto: Reprodução/Facebook)

Testes feitos em animais teriam comprovado a eficácia do reiki! Será verdade? (foto: Reprodução/Facebook)

 

Verdadeiro ou falso?

Apesar do texto afirmar que a descoberta é recente, a notícia não é nova! Circula há anos pela web e, volta e meia, aparece novamente na timeline das redes sociais, além de ser exaustivamente republicada em diversos sites e blogs.

Como já falamos aqui no E-farsas centenas de vezes, as chances de um boato se espalhar aumentam muito se ele não for datado. Como a descoberta foi feita “recentemente”, quem entrar em contato com o texto em 2015, por exemplo, pode achar que se trata de uma notícia nova, e repassar adiante.

Uma rápida busca através do Google e veremos que existem textos semelhantes a esse publicados em 2005…

Além disso, a “reportagem” vincula a “descoberta” a entidades de renome (no caso, a USP e a Unifesp), dando a entender que ambas universidades validaram o estudo. Isso faz com que o leitor tenda a acreditar ainda mais no que está lendo, sem questionar muito.

Origem

Tudo começou em 2003, quando o então mestrando Ricardo Monezi apresentou uma dissertação de Mestrado na Universidade de São Paulo sobre um estudo feito por ele a respeito de técnicas de imposição de mãos (reiki) em camundongos que, de acordo com esse seu estudo, tiveram um aumento na resistência imunológica e chegando a dobrar a sua capacidade de reconhecer e destruir células cancerígenas.

No trabalho, Monezi explica, erroneamente, que animais são imunes ao efeito placebo e que o resultado do seu trabalho só comprovaria que o reiki funciona mesmo:

“O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”

Logo no início de sua dissertação, Monezi já faz uma afirmação falsa, pois já foi comprovado que animais também estão sujeitos a efeitos similares ao placebo, como podemos ver aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Também foram feitos alguns estudos em diversos países, como na Grã Bretanha por exemplo, sobre o efeito placebo e foram usados animais, conforme explicou a BBC.

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 - t.me/efarsas

Falhas na metodologia

Além disso, a metodologia usada por Monezi não respeitou os testes de duplo-cegos (onde tanto o  animal quanto administrador não sabem quem está aplicando o reiki ou não).

Outras falhas no estudo feito pelo mestrando são a observação seletiva e a tendência à confirmação, onde o pesquisador fica “torcendo” e dando uma “ajudinha” para que suas suposições deem certo (muitas vezes, até de forma inconsciente). Tudo isso influencia no resultado de qualquer estudo.

Já mostramos aqui no E-farsas o caso de um estudante colegial que tentou provar que a água fervida no microondas faz muito mal para as plantas. Na época, mostramos que até o simples fato do testador querer que sua hipótese se confirme já pode interferir no resultado.

Esse excelente artigo do Bule Voador, de 2012, aponta várias falhas na metodologia da dissertação entregue por Monezi à USP. Dentre elas, citamos algumas abaixo:

  • O tamanho amostral utilizado (20 indivíduos/grupo) foi pequeno o suficiente para que flutuações estatísticas pudessem ser significativas;
  • não há nenhuma referência a medidas para prevenir contaminação cruzada das amostras;
  • O autor falhou em corrigir seus valores de significância para múltiplas hipóteses.
  • O trabalho testa uma grande quantidade de hipóteses mal-definidas, frisa aquelas onde anomalias foram observadas, e busca – na discussão final, a posteriori da execução dos experimentos – ajustar quaisquer conjecturas às observações, o que é uma prática falaciosa de análise conhecida como caça por anomalias; 
Reiki: Tratamento a base de imposição das mãos! (foto: Reprodução/YouTube)

Reiki: Tratamento a base de imposição das mãos! (foto: Reprodução/YouTube)

A Ciência não comprova definitivamente

O verbo “comprovar” é meio perigoso de ser usado na ciência, pois nunca se prova definitivamente uma teoria científica. O legal da ciência é que ela é, ao contrário de certos dogmas seculares, autocorretiva – o que significa que teorias científicas com suas hipóteses  são refutadas (ou corroboradas) constantemente por diversos cientistas no mundo todo.

Quando uma hipótese é refutada ela dá lugar a novas teorias (ou a mesma teoria é melhorada), até que seja corroborada. Isso é feito através de testes, cálculos, ensaios… Tudo deve ser provado e explicado de forma que possa ser reproduzido por outros cientistas em qualquer parte do mundo e os resultados obtidos devem ser os mesmos.

O título da matéria que se espalha pela web a cada ano e usa frases de impacto como “USP comprova” já vem com dois erros: Um, dizendo que a USP comprovou (e, como sabemos, nunca podemos comprovar definitivamente, na ciência), e o outro erro – como falamos lá no começo desse artigo – foi o uso da falácia do apelo à de autoridade (dando a entender que, “se a USP disse, quem sou eu pra contestar”).

A tese do mestrando foi entregue à banca examinadora da USP e não foi publicada em nenhuma revista científica brasileira ou estrangeira (aqui no Brasil, somente a revista Galileu parece ter se interessado pelo assunto). Isso quer dizer que a ciência parece não ter se interessado pelo trabalho que a USP teria aprovado!

Uma descoberta dessa seria um grande avanço na área médica! Imagine que há uma energia solta espalhada pelo ar (energia essa, invisível e indetectável por nenhum aparelho conhecido pelo homem até agora) e, com apenas uma imposição de mãos, essa energia reconheceria a doença que o paciente tem e “sozinha” curaria a enfermidade!

Seria uma enorme economia em equipamentos, remédios, anos de estudo da medicina… É claro que muitos conspiracionistas podem alegar que a máfia da indústria farmacêutica não deixa trabalhos como esse se espalhar, com medo da falência, mas acredite: Se a cura pela imposição de mãos fosse possível, muitas empresas já teriam ganhado rios de dinheiro criando aparelhos para potencializar tais energias (se bem que tem muitos charlatães que ganham uma grana com falsas promessas de curas milagrosas).

  • Como funciona essa tal energia invisível, insípida, inodora e indetectável?
  • Como ela age no organismo?
  • Qualquer pessoa pode curar outras pessoas?
  • O reiki pode curar qualquer doença? Pode curar uma cárie, por exemplo?

O reiki ou a técnica da cura através da imposição de mãos foi criado em 1922 pelo monge budista japonês Mikao Usui. De lá para cá, não há nenhum estudo científico que conseguiu provar que esse tipo de tratamento possui alguma eficácia na cura de nenhuma doença (além do efeito placebo, é claro).

Conclusão

A USP não comprovou que a cura através da imposição de mãos funcione. Na verdade, esse boato surgiu de uma dissertação de mestrado de um aluno da Universidade de São Paulo, que não se confirmou. Não há nenhum problema em ser tratado através do reiki. Só não abandone os tratamentos convencionais para se tratar apenas com essas simpatias!

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95 Comentários

95 Comments

  1. Ramofits

    26 de março de 2015 em 23:48

    Ótimo texto, mas não me espantaria se fosse verdade. Aqui, homeopatia é considerada especialidade médica. Brasileiro adora uma pseudociência…

    • Flávio

      27 de março de 2015 em 12:00

      Pior que não é só brasileiro não…..

    • Wilson de Moura Filho

      4 de fevereiro de 2017 em 23:46

      AQUI??? Só aqui homeopatia é considerada uma especialidade médica??? LAMENTÁVEL !!! Antes de falar alguma coisa vai se informar, a família real inglesa só se trata com esta pseudociência… Asneira !!!

  2. José Antonio dos Santos

    27 de março de 2015 em 12:28

    E-farsas conclui então, que Jesus Cristo e os Apóstolos como diz nos Evangelhos,onde consta que Ele usou a imposição de mãos para curar, não é verdade?????

    • Gilmar Lopes

      27 de março de 2015 em 12:34

      Não queria entrar na questão da fé ou de religião aqui, mas já que tocou no assunto, pergunto:
      Que provas temos da existência de Jesus, além da bíblia?
      Que provas temos de que ele tenha curado mesmo os enfermos apenas com a imposição de mãos?
      Se ele existiu de fato e conseguiu curar doentes com a imposição de mãos era porque ele tinha poderes para isso. Qualquer um poderia fazer o mesmo, então?

      • Alvaro Reis

        27 de março de 2015 em 16:53

        Gilmar,

        Se Jesus Cristo não existiu, é bom rever muitas de suas postagens ridicularizando aqueles que você chama de “conspirólogos de plantão”.

        Se esse homem é algo inventado, então te apresento a maior e mais duradoura conspiração de todos os tempos!

        Ou seja, é bom começar ou a acreditar em conspiração ou em Jesus… excluir as duas possibilidades não dá!

        • Mr Wood Dude

          27 de março de 2015 em 21:47

          É bom lembrar que se hoje em dia o mundo todo conhece o cristianismo não é devido a um milagre divino tampouco a pregação, foi mais sobre a igreja católica se unindo a exercitos e cruzadas destruidoras de cultura e religiões.

          Observando por esse lado é bem plausivel a crença em Jesus ser uma ”conspiração duradoura”.
          Se os indus tivessem feito o mesmo q os cristãos, Shiva tbm seria uma.

        • Marcos A.

          31 de março de 2015 em 15:05

          Jesus até pode ter existido, mesmo sem nenhuma comprovação científica sobre isso, porém não quer dizer que tenha tido algum poder sobrenatural. Poderia ter sido apenas um pregador bem intencionado que virou mártir por ter se sacrificado pelo seu povo.

        • Bruno

          24 de julho de 2016 em 10:48

          Historiadores nao negam a existencia dele e tambem nao tem como provar que ele tinha esses poderes. O Jesus historico é considerado um revolucionario foda que existiu, nao um magico pelo simples fato de nao ter como provar isso.

          Mas negar a existencia de um Jesus historico não é só anti-cientifico desonesto.

      • Ivonildo Cezar

        28 de março de 2015 em 2:18

        Jesus pode até ter existido, somente isso!

      • Rita de Casssia

        5 de setembro de 2016 em 11:08

        Bem,realmente no mundo cientifico ou em alguma revista cientifica não foi publicado nada sobre o Reiki mas em alguns hospitais em varias partes do mundo sim foram feitos estudos e foi comprovado sua eficacia.
        Passo agora para vocês uma pesquisa e o site são publicações serias.
        Então tirem as próprias conclusões.

        http://www.ihwreiki.com/ScientificStudiesRegardingReiki.htm

        Am J Hosp Cuidados Palliat. 2013 Mar; 30 (2): 216-7. doi: 10,1177 / 1049909112469275. Epub 2012 05 de dezembro.
        melhora sintomática relatado depois de receber reiki em um centro de infusão de câncer.
        Marcus DA, Blazek-O’Neill B, Kopar JL.
        Fonte
        Departamento de Anestesiologia da Universidade de Pittsburgh, Pittsburgh, PA 15206, EUA. marcusd@upmc.edu
        Abstrato
        OBJETIVO:
        Para avaliar os benefícios percebidos pelo paciente de receber Reiki em um centro de infusão de câncer.
        MÉTODOS:
        Durante um período de 6 meses, os adultos de um hospital universitário receber Reiki por meio de serviços voluntários foram convidados a preencher um questionário perguntando sobre mudanças percebidas após Reiki. Mudanças na dor, humor, angústia, sono e apetite foram classificados em uma escala de 5 pontos de nenhum benefício para grande benefício. Questionários foram distribuídos após a conclusão do tratamento e foram devolvidos em envelopes com postagem paga.
        RESULTADOS:
        Um total de 145 inquéritos foram concluídos (taxa de resposta de 34,5%), com 47 participantes visto no centro da infusão de câncer e 98 em outras áreas do hospital. Reiki foi classificado como uma experiência positiva em 94% no centro de câncer e 93% dos outros, com 92% no centro de câncer e 86% de outros interessados ​​em receber sessões adicionais de Reiki. melhora sintomática foi semelhante para as pessoas no centro de câncer e outros, respectivamente, com muito a grande melhoria para 89% e 86% para o relaxamento, 75% e 75% para ansiedade / preocupação, 81% e 78% para melhora do humor, 43% e 35% de melhoria do sono, 45% e 49% para a redução da dor, 38% e 43% para reduzir o isolamento / solidão, 75% e 63% para uma melhor atitude, e 30% e 30% para uma melhor apetite. Resposta não foi afetada pela exposição anterior ao Reiki, massagem, ou outra terapia do toque.
        CONCLUSÃO:
        resultados de Reiki em uma ampla gama de benefícios sintomáticos, incluindo melhorias nos sintomas comuns relacionadas ao câncer.
        PMID: 23221065 [PubMed – no processo]

        • REu™voltado

          5 de setembro de 2016 em 14:44

          Ou seja, placebão.

        • ADRIANo

          4 de maio de 2018 em 13:51

          Otimo Rita. Qualquer besteira em inglês já muda total a concepção dos ateus da direita. Se falar em inglês então o povo se goza. Brasileiros com síndrome do viralata. Pena

      • HEDLA VIANA DE BARCELOS

        22 de julho de 2018 em 19:57

        Sim. Qualquer um.

      • Briam

        5 de agosto de 2019 em 16:48

        Se uma universidade não comprova imagina voce. Sou reikiano e sim acontece a cura. É por este e outros motivos que o Reiki não ganha espaço. Se você quer mesmo falar de Reiki faça uma pesquisa com pessoas que já foram curadas com o Reiki. Ser ignorante no assunto não tem problema nenhum agora não espalhe essa ignorância mundo a fora. Se quiser realmente falar com propriedade me chame. Reiki não cura ignorancia, informação sim.

        • Andrea Rebello

          2 de setembro de 2019 em 6:10

          Melhor resposta !!!

          • Cecília

            2 de setembro de 2019 em 11:29

            Lendo todas considerações e respeitando cada qual com sua posição e olhar.
            Percebi ao longo do tempo como terapeuta reikiana que existe um conceito chamado “cura”.
            O que difere de uma pessoa para outra.
            O Reiki potencializa seu potencial positivo, trazendo um bem estar geral que consequentemente atua no sistema imunológico, respondendo melhor as adversidades da vida. Sejam elas em qualquer área , emocional, física ou espiritual.

  3. ELVIS A SILVA

    27 de março de 2015 em 18:57

    Lembro-me de uma matéria publicada anos atrás em uma revista, acho que na Superinteressante, de uma garotinha de uns 12 anos que fez um estudo para feira de ciências da sua escola e tal trabalho foi parar numa publicação científica de renome pelo método corretíssimo aplicado pela menina. Se não me falha a memória o trabalho foi mais ou menos assim: a garota escalou alguns “profissionais” de imposição de mãos, na experiência o profissional colocava as mãos dentro de dois buracos numa parede de papelão de forma a não ver o outro lado, a menina através de sorteio de cara ou coroa impunha sua mão sobre a mão sorteada do profissional e este deveria dizer sobre qual mão estava. Resultado: o índice de acerto foi irrisório o que a garota concluiu que não se passou de meros chutes! Sequer sentiram o calor das mãos.

    • Bruno

      24 de julho de 2016 em 11:04

      Não é por nada nao, mas isso é extremamente falho. Como pode uma pesquisa ser aplicada a um campo de suposta crença sem que o pesquisador saber do que se trata essa crença? Isso gera nao resultados tendenciosos per se, mas resultados que podem ser trazidos de acordo da fé (seja afirmativa ou negativa) de quem avalia e nao conclui nada factível.

      De acordo com a sua descrição de como foi feito o estudo por essa garota, eu ja detecto uma falha. Reiki mnao trata de previsão, de mediunidade ou de olhar atraves das coisas estilo wallhack. Por exemplo, minha irma fez reiki e não é medium. É cômico fazer uma pesquisa com um reikista querendo que ele se torne um médium na hora. Não só comico como completamente errôneo e autoinvalida qualquer pesquisa do genero que cometa tal gafe. #facepalm

  4. Lucho

    27 de março de 2015 em 19:01

    Até poderia ser verdade, já que as universidades brasileiras viraram um antro onde se “pesquisam” as mais diversas pseudociências.

    Só senti falta da Emily Rosa. Aquela menina de apenas 11 anos que mostrou o grande embuste que é essa porcaria de Reiki.

    • Gilmar Lopes

      27 de março de 2015 em 19:46

      Pois é… ia falar sobre ela, mas achei que o texto já estava ficando longo! Quem sabe quando esse artigo virar um vídeo.

      • elton

        28 de março de 2015 em 17:42

        “nunca se prova definitivamente uma teoria científica”: Mais perigoso que isso é cientista de nariz empinado afirmando a teoria como verdade/prova definitiva. A Ciência está cheia destes (pseudo)cientistas, infelizmente.

    • Dercio Conceicao

      12 de janeiro de 2016 em 8:51

      puxa vida, Lucho, chamar Reiki de porcaria é ofender uma imensa comunidade composta de gente lúcida e esclarecida, que de boba ou tola até pode ter a cara, mas não a mente.

    • Fernando

      3 de março de 2016 em 9:57

      Lucho, o teste feito pela Emily Rosa, não tem nada a ver com “REIKI”, sugiro que tenha conhecimento de causa primeiramente.

      Na época do teste em 1996, havia uma Dra. que inventou uma técnica de sentir e manipular energia humana com as mãos (não é Reiki), alguns enfermeiros estavam praticando esta técnica e a divulgando aos quatro cantos do globo. O que a menina fez, foi desmitificar a “farsa” com o método que vc citou acima.

    • Wilson de Moura Filho

      26 de janeiro de 2017 em 3:59

      Cara deixa eu te falar a USP está em alguns RANKINGS mundiais entre as 8 primeiras Universidades no mundo em publicações científicas SIGNIFICATIVAS … entendeu???

  5. Pingback: Blog do Lucho

  6. Rodrigo

    30 de março de 2015 em 13:18

    Isso é muito interessante segundo a doutrina espirita o fato de você utilizar as mãos e com pensamentos positivos você pode passar bons fluídos para outras pessoas, fluídos esses que podem ser em forma de energia para as pessoas.

    • Dercio Conceicao

      12 de janeiro de 2016 em 9:06

      Rodrigo, tive oportunidade de perguntar pessoalmente à Dra. Marlene Nobre (alguns meses antes de ela falecer, quando ainda era presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil) se já poderíamos afirmar que a ação terapêutica do Passe Magnético é um fato real e que com a publicação das pesquisas do Dr. Ricardo Monezi poderíamos afirmar que o assunto já tinha chegado aos centros de pesquisas científicas e ela respondeu o seguinte: ainda vai demorar cerca de 30 a 50 anos para que tal afirmação possa ser feita, pois apesar de estudos e pesquisas estarem em curso em alguns países centrais, atualmente ainda é muito pequena a massa crítica de que se dispõe para fazer qualquer afirmação, sobretudo porque o que ainda falta são pesquisadores em quantidade suficiente para arriscar sua reputação pública para lidar com algo que não é matéria (ao menos matéria na forma tal como a conhecemos) e sobre essa coisa não tem controle algum em termos de poder manipular e experimentar como faz nos laboratórios convencionais – dercio.conceicao@uol.com.br

  7. Miguel Thomassim

    26 de abril de 2015 em 20:22

    É muito interessante que em muitos comentários, tanto neste como em outros sites, foge-se da questão central. Neste caso é a propagação de um boato. Quanto ao site sugiro mais cuidado com as opiniões dentro do artigo pois rotular o Reiki como simpatia é um desconhecimento do que ele seja. Uma pesquisa sobre Reiki mostrará a seriedade de muita gente que trabalha com esta técnica. Inclusive, profissionais sérios, nunca mandam parar com qualquer outro tratamento médico ou não procurar um médico. Insisto o boato é que é a questão e cabe a quem recebe esclarecer o remetente do equívoco que está cometendo enviando mensagens que são boatos. É o que aprendi como mais correto em anos vendo boatos se propagarem por interesses dos mais diversos.

  8. Handicraft-brazil

    6 de junho de 2015 em 20:46

    Só uma coisa: e-farsas se acha os the best. Pela ignorância no assunto “REIKI” dá para perceber que esse site e-farsas é a própria farsa…
    Impor opinião própria quando se desconhece um assunto, está propenso à falência. Sugiro que sejam mais ASTUTOS para não se queimarem. NAMASTÊ !

  9. Jose

    19 de julho de 2015 em 18:35

    Para quando o vídeo sobre este tema? Gostava de ver o efarsas a falar sobre reiki!

    Parabéns pelo trabalho. Abraço de Portugal

    • Gilmar Lopes

      19 de julho de 2015 em 20:37

      Em breve! Valeu!

    • Fernanda

      4 de setembro de 2019 em 8:11

      Mesmo falando mal , você está ajudando a difundir o reiki. As forças contrárias também ajudam a luz. Pode falar mal e criticar ! Está dando mais força ao Reiki ! Obrigada

  10. WAGNER

    26 de agosto de 2015 em 14:42

    Eu Acredito fielmente em JESUS CRISTO…!
    “Felizes são os que acreditarem sem ver!”

  11. Helouisë

    2 de outubro de 2015 em 17:55

    Brennan, Barbara Ann “Mãos De Luz”, boa leitura.

  12. Kelly

    7 de janeiro de 2016 em 15:16

    Sugiro ler as obras do Dr Augusto Cury análise da inteligência de Cristo. No primeiro volume ele analisa a possível existência de Jesus e suas obras. Pasmem ele, depois de 20 anos de estudo dos evangelhos, chega a conclusão que Jesus existiu. Mas leiam e tirem suas conclusões.

  13. Dercio Conceicao

    12 de janeiro de 2016 em 9:00

    ao afirmar “outras falhas no estudo … onde o pesquisador fica torcendo … para que suas suposições dêem certo” o autor da matéria desconhece o fato de que o (1) o Reiki, (2) o Johrei da Igreja Messiânica, (3) o passe magnético no Espiritismo, (4) a imposição das mãos no Catolicismo, (5) a imposição das mãos no Protestantismo, (6) o benzimento com a planta Espada de São Jorge na Umbanda, (7) o benzimento com folhas de arruda no Candomblé, (8) o benzimento com galhos da Árvore Santa dos nossos indígenas, (9) as atividades das benzedeiras nos meios rurais, (10) as práticas de cura do Xamanismo, e as tão diversas e variadas práticas de curandeiros de toda ordem, tudo isso tem como “pano de fundo” o Magnetismo (leia sobre Franz Anton Mesmer na Wikipedia), que por sua vez está relacionado simplesmente à vontade da pessoa em alcançar o resultado que se deseja – e porque então, perguntam tantos, em alguns muito poucos e privilegiados casos dá certo e falha na quase que totalidade das tentativas – ainda não se tem resposta para isso, mas a videomontagem indicada abaixo dá uma indicação – dercio.conceicao@uol.com

    RADIO CBN – DR. DECIO IANDOLI – A ESPIRITUALIDADE NO TRAMENTO E NA PRATICA MEDICA
    https://www.youtube.com/watch?v=_3_AgvnHyeo – (00:19:14)

  14. Marcelo Lopes

    21 de abril de 2016 em 18:55

    Já ví esse assunto milhões de vezes. As únicas coisas que me serviram como prova são: O meio científico usa apenas aquilo que lhe interessa e o meio dos reikianos usa apenas aquilo que lhe interessa.
    A questão de placebo está demasiadamente mal explicada em várias evidências da utilização da técnica Reiki.
    Falam do placebo sem ao menos evidenciarem condições específicas e únicas onde não há a menor possibilidade do efeito ocorrer.
    Na outra ponta temos esotéricos que não questionam aquilo que saem propagando, fazendo afirmações ridículas em prol do Reiki, sem ao menos darem importância para a besteira que estão dizendo.
    Querem provas? Muito simples: Busquem estas provas apenas com professores de Reiki devidamente qualificados e que tenham experiência no assunto.
    Aprendizes de Reiki temos bilhões, isso não garante a eficácia.
    A eficácia requer experiência daquele que aplica a técnica.
    Da minha parte não perco mais meu tempo tentando provar se funciona ou não. Apenas recebo algumas pessoas que foram diagnosticadas com doenças terminais há mais de uma década e que ainda hoje trocam e-mails comigo.
    Pra mim isso é muito mais importante do que provar para a classe científica ou para qualquer pessoa.
    Quem conhece o Reiki sério, feito por pessoas sérias, sem objetivos mercadológicos, feito com dedicação e respeito, sabe muito bem do que estou falando.
    Mas o mundo é feito de pessoas. As pessoas tem opiniões. Opiniões são um direito de qualquer pessoa e para se ter opinião sobre algo, não é necessário nem mesmo conhecer este algo.
    Um grande abraço.
    Marcelo Lopes – Shihan de Reiki Tradicional

    • Germano

      19 de julho de 2016 em 11:43

      Muito obrigado Marcelo, Gasshô!!

  15. Alexandre Abreu

    9 de junho de 2016 em 16:48

    Pois é tanta discussão e uma coisa apenas entender como o Jorey, Reiki, Passe ou qualquer outro sistema tem feito bem pra milhares de pessoas e tem mudado tanto o caminhar desta pessoas. Juro que eu ainda não entendo como se perde tanto tempo em tentar diminuir um trabalho ou uma ação e detrimento que querer provar que é faso? Valeu o alerta, mas creio que post como este ajudarão bem menos pessoas doque aqui que está tentando se comprar que é falso. É uma pena que tenhamos espaço assim na Web. Mas enfim, segue o jogo.
    Felicidades

    • Gilmar Lopes

      9 de junho de 2016 em 17:08

      Quer dizer então que mostrar que a cura pelas mãos não pode, mas usar o nome da USP para espalhar mentiras pode?
      O problema aqui é que muita gente gasta dinheiro com esse tipo de terapia que não ajuda em nada! (em muitos casos, até atrapalha)
      Costumo propor um teste para as pessoas que confiam nesse tipo de simpatia: Quando estiver com dor de dente, ao invés de ir ao dentista vá a um “especialista” em Reiki e peça para que lhe cure o dente através da energia das mãos! Te garanto que ninguém aceita!
      Se essas bobeiras funcionassem mesmo, não teríamos filas nos hospitais, mendigos doentes jogados pelas ruas etc… Pois essas almas caridosas, com certeza, iriam sair curando todo mundo por aí. E de graça!
      Vai por mim, todo o esforço para desmascarar esse tipo de charlatanice é válida e quem pratica curandeirismo deve ir pra cadeia!

      • Eu™

        9 de junho de 2016 em 17:23

        Aee Gilmar! Incorporou o “Eu™” que existe em você!

        Só faltou mandar voltar pro Facebunda. KKK

        • Gilmar Lopes

          9 de junho de 2016 em 17:42

          kkkkkkkkk! Que é isso, meu? Não sou tão brabo assim!
          Só acho terrível a galera não ver problema nesse tipo de enganação! Comentários como o do Alexandre fazem parecer que o errado aqui sou eu!

          • Eu™

            9 de junho de 2016 em 17:54

            Rapaz, só corrige aí por favor. Li depois que postei. Incorporou. :$

            E sim, o pior não é a enganação, mas quem vem aqui pra defendê-la SEM apresentar UMA PROVA SEQUER que funciona.

            Sei como é.

          • Gilmar Lopes

            9 de junho de 2016 em 17:57

            Aí, quando dou o exemplo da dor de dente, o interlocutor diz que “não funciona com esse tipo de doença!”.

      • Wilson de Moura Filho

        26 de janeiro de 2017 em 4:56

        Mentira ? Vc se acha mesmo o dono da verdade… é a sua verdade contra a de um mestrando e toda uma banca de professores da USP … e vc acha mesmo que eles estão errados … Isto é que é autoestima heim???

      • Diogo Rodrigues

        19 de fevereiro de 2017 em 9:51

        Peraí, então é o mesmo problema com a hipnose???

        Cara, acabei de defender você e sua afirmação sobre a ciência ser autocorretiva e você me vem com essa. Gilmar, respeito muito o seu trabalho, mas queria mesmo que você entendesse que o Reiki não é para tratamentos dessa forma. Diminuir a dor é algo que funciona no Reiki. Tratar dor de dente funciona, mas dificilmente vai reduzir o problema.

        Agora, concordo que diversos praticantes se colocam como Jesus Cristo, dizendo que vão curar tudo e a todos. Isso eu não concordo. Mas peço a você tato nas palavras, meu caro. Seu post foi muito bem escrito e bem-colocado. Hoje ele pode não ser provado, amanhã pode. Não deixe isso subir à sua cabeça e ignore as pessoas extremistas nesse site. Tem muita coisa que a medicina faz hoje que já foi pensado como loucura. E muito do que se acreditava no passado tem sido visto como loucura hoje. A ciência muda e se adapta. Uma teoria de quase um século só foi provada nos dias de hoje, e ninguém por isso criticou o cientista da forma como é feito aqui.

        O artigo não prova absolutamente nada, como a Emilly também não provou. Ambos carecem de informações. O problema é que o ser humano é tendencioso demais com seu mapa de mundo, e prefere não enxergar outros campos.

        O placebo é uma ferramenta do cérebro, do inconsciente. Se pode ser usado para melhorar a qualidade de vida, acho que é isso que deveria ser estudado. Se o Reiki funciona ou não como CURA, eu não ligo – jamais pediria a um cliente meu para abandonar seus tratamentos. Mas quando ele tem uma melhora em sua qualidade de vida no pós-cirúrgico, quando segue os ensinamentos de Mikao Usui (não como dogmas, mas sabendo que isso pode melhorar seu comportamento e, consequentemente, sua saúde) e recebe as aplicações (e acredita no que ele quiser) obtendo melhora, eu não o ajudei, é isso?

        Só pra constar, hoje o Reiki pode ser aplicado até mesmo no SUS. Existem leis pra isso. E pra mim, isso não prova absolutamente nada a respeito de uma CURA milagrosa. A cura do ser humano está nele mesmo. Todo o resto são ferramentas. Se um paciente com câncer desistir da luta não haverá quimio que melhore sua vida. Se você se abater durante uma gripe seu corpo reagirá de forma mais lenta. Os orientais sabiam disso há milênios e hoje a medicina se esforça em afirmar isso como uma poderosa descoberta ocidental. Culpa da medicina? Não. Culpa da mídia que, com matérias sensacionalistas de artigos tendenciosos como esse citado por você, nos colocam a questionar os valores reais de um tratamento que visa o bem estar do ser humano.

      • Keila

        16 de abril de 2017 em 12:48

        Para escrever um post e publicar acho que você devia ser mais racional e razoavel nas respostas. Parece um adolescente rebelde. Tenha postura. Respeite quem vem À sua pagina assim como as pessoas aqui estão te respeitando.

  16. Ticiano

    19 de agosto de 2016 em 15:11

    Como sempre, um excelente trabalho do E-farsas. Vocês estão de parabéns.
    Usei esta matéria como referência pra contradizer essa notícia em um site, mas – incrível – ainda assim um monte de gente apareceu pra me criticar por criticar a notícia, sem nem lerem o que vocês escreveram e o material que vocês indicaram. As pessoas ainda propagam a fé cega em qualquer bobagem, mesmo com a informação ao alcance de um click.

  17. Paulo

    11 de setembro de 2016 em 1:47

    “Logo no início de sua dissertação, Monezi já faz uma afirmação falsa, pois já foi comprovado que animais também estão sujeitos a efeitos similares ao placebo,…”

    Já foi comprovado???

    E em seguida você escreve:

    “A Ciência não comprova definitivamente
    O verbo “comprovar” é meio perigoso de ser usado na ciência, pois nunca se prova definitivamente uma teoria científica. …”

    Hein???

  18. Danilo

    13 de setembro de 2016 em 15:16

    Gilmar Lopes veja que no hospital sirio libanes que o reiki é utilizado como cuidado integrativo ninguem que trabalha com reiki vende CURAS magicas apenas auxio, mas passa no hospital para rever seus conceitos https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/nucleo-cuidados-integrativos/Paginas/reiki.aspx

  19. Maria Aparecida Hepp

    6 de novembro de 2016 em 6:55

    Ai de mim se não crer em “algo” que não vejo, não comprovo, Estou sofrendo com 2 problemas, físico e emocional (na família). Não roubem minha FÉ.

  20. Humberto

    8 de novembro de 2016 em 22:38

    Seguindo a linha que defende o próprio e-farsas, onde se diz que o pesquisador tende a, inconsciente, defender sua tese, vemos que com a mesma intensidade, o portal defende a sua tese cética, no que tange o assunto.

    • Gilmar Lopes

      9 de novembro de 2016 em 8:00

      Só que aqui o E-farsas se apoia em links e em estudos para publicar!

    • Eu™

      9 de novembro de 2016 em 8:45

      • Diogo Rodrigues

        19 de fevereiro de 2017 em 9:37

        Que também foi bem tendenciosa e sua pesquisa careceu de mais dados, tanto quanto o nosso amiguinho da USP. Tem gente que só acredita em texto tendencioso quando mais lhe convém. Não concordo com ambos os dados das duas pesquisas.

    • Eduardo

      27 de agosto de 2019 em 13:28

      Pensei o mesmo.
      Ele (autor do texto) deu o veredito inconscientemente antes mesmo de saber se a notícia era real ou fake. Então ele direcionou seu texto a procurar brechas que colocassem a notícia/pesquisa em questionamento, mesmo depois de saber que ela realmente aconteceu (fato com importância rebaixada ao longo do post).
      Pode até ser que a pesquisa esteja incorreta, mas o texto foi, aparentemente, impactado pela parcialidade do autor

  21. Paulo Gonçalves

    9 de novembro de 2016 em 17:19

    E como saber se este site é confiável? Quem são vcs afinal? Cientistas, entusiastas, gente sem nada pra fazer. Existe algum estudo sério demonstrando o contrário, desmascarando a suposta farsa? Algum pesquisador credenciado?

  22. Tatiane

    12 de novembro de 2016 em 10:53

    Eu nao entendi esse artigo. Serio. Parece mais uma tentativa de desacreditar o estudo do que revelar se é farsa ou nao. Contesta o metodo do cientista falando que a ciencia nao é exata, mas acredita em diversos outroa recursos cientificos (se assim nao fosse nao recomendaria tratento medico). Critica a manchete citar a USP sendo q a universidade em que o trabalho se desenvolveu foi realmente a USP. Menciona o estudo ser duvidoso, mas nao revela se o trabalho passou na banca e com q nota ( o q confirmaria se o estudo merece ou nao tanto descrédito). Fala da recepção da comunidade cientifica, como se tudo que fosse bom fosse abraçado por ela. Oq todos sabemos q nao é verdade, é so lembrar da pirula que trata o cancer desenvolvido nos laboratórios da USP que ninguem deu a minima e so pode ser conseguido por meio de ação judicial. Você mesmo disse que a tecnologia ainda nao pode ser manipulada livremente, pq acha que nao haveria mesmo coluiu da indústria farmacêutica pra deixar esse assunto esquecido? Esse artigo ta uma porcaria. Parece até que foi pago pela Bayer hahahahaha

    • Doutor Bramicina

      12 de novembro de 2016 em 19:54

      >Eu nao entendi esse artigo. Serio.

      Claro que não, é uma analfabeta funcional, cholona que provavelmente ganha a vida enrolando trouxas que acreditam nessa baboseira de reiki.

      >Parece mais uma tentativa de desacreditar o estudo do que revelar se é farsa ou nao.

      E você definitivamente não entendeu com o E-farsas funciona:

      BOATO – “A USP comprovou mesmo a cura com a energia das mãos?”

      CONCLUSÃO – “A USP não comprovou que a cura através da imposição de mãos funcione. Na verdade, esse boato surgiu de uma dissertação de mestrado de um aluno da Universidade de São Paulo, que não se confirmou. Não há nenhum problema em ser tratado através do reiki. Só não abandone os tratamentos convencionais para se tratar apenas com essas simpatias!”

      >Contesta o metodo do cientista falando que a ciencia nao é exata, mas acredita em diversos outroa recursos cientificos (se assim nao fosse nao recomendaria tratento medico).

      Não existe tratatento, e sim, tratamento. E os tratamentos médicos são recomendados baseados nos resultados de estudos que passam pelo método científico, especialmente testes duplo-cegos. E o Gilmar postou links ratificando todas as afirmações feitas no psot.

      >Critica a manchete citar a USP sendo q a universidade em que o trabalho se desenvolveu foi realmente a USP.

      Leia o texto novamente, ok?

      >Menciona o estudo ser duvidoso, mas nao revela se o trabalho passou na banca e com q nota ( o q confirmaria se o estudo merece ou nao tanto descrédito).

      Nota de banca não quer dizer nada.

      >Fala da recepção da comunidade cientifica, como se tudo que fosse bom fosse abraçado por ela.

      Pode até ser que não, mas tudo que é fajuto, cedo ou tarde cai por terra graças aos testes e verificações envolvidas no método científico.

      > Oq todos sabemos q nao é verdade, é so lembrar da pirula que trata o cancer desenvolvido nos laboratórios da USP que ninguem deu a minima e so pode ser conseguido por meio de ação judicial.

      Qual? ESSA pílula FAJUTA que não presta pra nada? http://www.e-farsas.com/afinal-fosfoetanolamina-cura-cancer-ou-nao.html

      >Você mesmo disse que a tecnologia ainda nao pode ser manipulada livremente, pq acha que nao haveria mesmo coluiu da indústria farmacêutica pra deixar esse assunto esquecido?

      Hahaha.. Tarda, mas não falha! Conspiracinista detected!

      >Esse artigo ta uma porcaria.

      Ninguém pediu sua opinião

      >Parece até que foi pago pela Bayer hahahahaha

      Claro, afinal se o artigo refuta (e com evidências, diga-se de passagem) as besteiras que você acredita, só pode ser falso, né? Volta pro Facebosta, onde tudo é lindo e maravilhoso e todo mundo é feliz em um mundo mágico!

  23. gaucho6742

    2 de dezembro de 2016 em 13:04

    Então, se não houvesse cura ou melhoras nos sintomas, vocês acham que as filas nesses tipos de atendimento existiriam? Porque mais e mais pessoas procuram o tratamento. As filas são maiores a cada dia que passa. A cura ou a melhora nos sintomas é o fator que mais pesa na procura. Se não curasse não existiria. Precisa-se provar a cura para quem e porque? Para quem está na fila, como paciente terminal, o que interessa é ficar livre, curado, se o método é comprovado ou não é o que menos interessa.

    • Eu™

      9 de dezembro de 2016 em 15:05

      Já ouviu falar de “efeito placebo”?

  24. Keli

    7 de dezembro de 2016 em 19:41

    Ahh essa eu posso confirmar que a noticia é verdadeira, fiz o curso de reiki e tem feito milagres na minha vida e na vida das pessoas que convivem comigo, recomendo o reiki para todos, eu sofria de insônia, ansiedade, depressão, enxaqueca, enfin, sou suspeita pra falar.

    • Eu™

      9 de dezembro de 2016 em 15:05

      É mesmo? Milagres? Então compartilhe conosco os milagres, mas com evidências, não apenas relatos. Exames médicos, acompanhamento, qualquer coisa que possa ratificar sua afirmação.

      Estamos esperando!

      • Keila

        16 de abril de 2017 em 12:51

        rsrs… nervosos.

    • Lucho

      9 de dezembro de 2016 em 19:44

      Eu estava lá!

  25. Sandro Barbosa

    9 de dezembro de 2016 em 14:31

    A USP pode não ter comprovado, mas Harvard sim. Sem falar em Yale, Southampton, etc. Brazucas, informem-se e estudem, por favor.

    http://cw.uhs.harvard.edu/tools/modalities.html

    • Lucho

      9 de dezembro de 2016 em 14:41

      “Reiki is an ancient practice that originated in Japan and ALTHOGH NOT SCIENTIFICALLY PROVEN, many individuals find Reiki improves the flow and balance of the body’s energy”

      • Gilmar Lopes

        9 de dezembro de 2016 em 14:59

        traduzindo: NÃO HÁ NENHUMA PROVA DE QUE ISSO FUNCIONE!
        É que o camarada aí viu que tinha a palavra “Reiki” no site da Harvard e já achou que só isso já servia como prova!

        • Lucho

          9 de dezembro de 2016 em 19:45

          Pois é. Ele podia ter sido poupado de passar vergonha.

        • Keila

          16 de abril de 2017 em 12:54

          o texto não fala de cura fala de balanço da energia do corpo. não se aplica ao seu post pq vc quer provas para cura de doenças e talvez esse não seja o proposito do reiki.

          • Lucho

            16 de abril de 2017 em 18:24

            Em outras palavras, a senhora admite que essa bosta desse Reiki é empulhação.

    • Gilmar Lopes

      9 de dezembro de 2016 em 14:45

      O link é de cursos complementares! Como o próprio site explica: “There is no one specific list of credentials or training requirements for Reiki practitioners.”, ou seja: Qualquer um pode aplicar o Reiki.
      Além disso, a Harvard deixa bem claro que o Reiki é indicado apenas para:
      Redução do stress, Dor crônica, Recuperação da cirurgia, manejo dos efeitos colaterais da quimioterapia, frequência cardíaca, reforço da função imunológica, melhoria da clareza mental e aumento da sensação de bem-estar e espiritualidade! Ou seja: O Reiki é usado somente para efeitos psicológicos (ou para melhorar e/ou acalmar a mente do paciente)
      O site da universidade de Harvard não afirma em momento algum que o Reiki cura com a energia das mãos e ainda avisa que pacientes com problemas psiquiátricos devem evitar receber esses “tratamentos”.
      Enfim, o fato de uma universidade ministrar aulas de Reiki não significa que essa técnica funciona. A Harvard deixa claro que isso é um curso extracurricular e que trata-se de uma pratica alternativa não garantida!

      • Wilson de Moura Filho

        26 de janeiro de 2017 em 5:13

        Cara … Dor crônica, Recuperação da cirurgia, manejo dos efeitos colaterais da quimioterapia isto são “Efeitos Psicológicos” PARABÉNS !!! me fala onde vc comprou este Currículo todo… me fala que estou interessado …. kkkkkk

  26. Wilson de Moura Filho

    26 de janeiro de 2017 em 5:14

    Para ser bem objetivo e direto o autor do artigo contesta o método mas não contesta o resultado…
    ou será que ele está dizendo que o resultado das analises de laboratório feitas pós morte , como é dito lá, Foi fraudado? Porque o resultado apresentado é claro aumento de 50% nos Glóbulos Branco ou se preferir de melhoria no sistema imunológico dos ratos, isto foi fraude? hummm será? talvez uma coincidência não é? ou Pura “sorte”???? kkkkkk Ora faça me o favor!!!
    A verdade é que o resultado está lá, e comprovado, o resto é conjectura.
    Para o autor: – Responda isto que eu quero ver…

  27. Felipe Negrito

    9 de fevereiro de 2017 em 18:05

    Eu, particularmente, acho que somos sim, capazes de despertar nosso poder de auto-cura se nos propusermos a fazer todo o precedimento ministrado por um mestre de Reiki capacitado.

    O Dr Mikao Usui foi o grande percursor dessa história e todos nós sabemos nitidamente que no continente lá pelas bandas do Japão, a medicina tem outros meios de aplicação e por consequência a cura dos pacientes “doentes”.

    Somos condicionados e formatados para agir de certa maneira, e alguns podem interpretar isso como teoria da conspiração, e acho que não existe doenças e sim pessoas doentes. Entende?

    Abraço a todos!!

    • Lucho

      9 de fevereiro de 2017 em 19:39

      Entre acreditar que funciona e realmente funcionar vai uma longa distância, amiguinho.

  28. Diogo Rodrigues

    19 de fevereiro de 2017 em 9:35

    Acho engraçado como o Gilmar nunca foi, em momento algum, mal-educado ou grosseiro com os praticantes de Reiki. No entanto, algumas pessoas nesta postagem insistem em sua grosseria habitual, como se o que ele postou fosse uma afirmação de que o Reiki é falso. Pelo visto, não aprendem coisa alguma neste site…

    Placebo ou não, também não foi comprovado. Existem documentos tentando provar e documentos que não provam. Somos todos feitos de energia e existem até mesmo situações onde a capacidade humana não foi totalmente analisada ou provada pela ciência. Como o próprio autor do E-Farsas menciona, a ciência é autocorretiva. Existem pesquisadores em diversas áreas chamadas “pseudociências” (o que não discordo do termo, já que não foram reconhecidas como ciências por não conterem os requisitos necessários para tal) tentando provar (ou reprovar) essas áreas. Muitos reikianos esperam essas comprovações de forma neutra, respeitando o trabalho da ciência – mas também sem muitas expectativas, para que seus métodos de tratamento não sejam afetados. Placebo ou não, o Reiki visa o bem-estar do objetivo, não sua cura milagrosa. Mikao Usui foi o precursor do Reiki, mas estudos posteriores foram feitos pelos seus discípulos – e muitos deles afirmam que o tratamento médico não pode ser interrompido.

    Eu, como reikiano, jamais pediria a um paciente de qualquer tratamento para interrompê-lo só porque virou meu cliente (e não meu paciente; quem tem paciente é o médico) de terapias alternativas. Isso não se deve à falta de certeza, e sim ao fato de que TODO tratamento é válido, uma vez que visa a cura do paciente (e dos meus clientes). Eu acho engraçado algumas pessoas neste site criticarem tanto o uso do Reiki (quando ele é feito muitas vezes de forma gratuita em hospitais e outros lugares), quando existem diversos médicos formados (e alguns doutores) que simplesmente não conseguem tratar seus pacientes, mesmo com toda a medicina já comprovada. Sendo muitos remédios obviamente para tratar um ponto enquanto outro se sacrifica, temos aí uma diferença grande entre medicina oriental (com milhares de anos tratando doenças e outros casos de forma satisfatória, buscando sempre a raiz do problema) e a ocidental (que enxerga somente o problema e não trata sua causa, reduzindo apenas os efeitos presentes, e não o que pode ter deixado marcas no passado fisiológico do paciente).

    De qualquer maneira, Gilmar, agradeço sempre seus estudos. Sem dúvida, você consegue apresentar pontos importantíssimos aqui – principalmente para os reikianos que querem, de alguma forma, acreditar no processo de existência de seu tratamento. Já tinha ouvido falar que o artigo carecia de informações importantes para ser considerado um estudo sério, e seus fatos aqui se tornam devidamente esclarecedores para toda a comunidade Reiki.

    Lembrando que o tratamento principal do Reiki envolve seguir os cinco preceitos básicos, que se traduzem mais ou menos como o seguinte:

    Só por hoje, não se zangue
    Só por hoje, não se preocupe
    Ganhe seu pão diário honestamente
    Honre seus pais, mestres e idosos
    Demonstre gratidão por tudo o que é vivo.

    Existem diversas traduções e essa não é a mais original. Mas é uma adequada ao que passo aos meus clientes. Mais do que tratar uma doença, o Reiki é uma afirmação de que você está vivo e precisa amar o seu próximo – e não existe contexto mais cristão que esse no mundo.

  29. o20nivel

    26 de maio de 2017 em 23:08

    Se medicamentos curam (vamos supor que seja verdadeiro… já que “cura” é a ausência de qualquer tratamento), como eles curam, se átomos não se tocam?

    • Gilmar Lopes

      28 de maio de 2017 em 4:31

      Não entendi a sua pergunta!

    • Lucho

      28 de maio de 2017 em 8:48

      Amiguinho, apenas cale a boca, OK?

  30. Elisabete

    8 de setembro de 2017 em 10:16

    Fiquei realmente impressionada pelo fato de alguém ter ido lá contar para os RATOS que eles iriam receber Reiki e iriam se curar. Dai os RATOS terem acreditado e ter acontecido o efeito placebo que ocasionou, sem lá, invalidou o efeito da pesquisa.

  31. Sandro

    12 de agosto de 2018 em 19:55

    Seria mais interessante se o site se preocupasse com desvendar farsas, que parece ser a proposta. Fica meio “estranho” que um site se sinta em condições de afirmar que uma dissertação de mestrado (e depois tese de doutorado) devidamente supervisionada por pesquisador e com metodologia aprovada por banca científica de uma universidade reconhecida é apenas uma “farsa”.

    É o mesmo que dizer que os cursos de pós-graduação dessa universidade estão propagando farsas.

    Farsa é “fake news”, nome fictício do pesquisador, universidade inexistente, trabalho impossível de localizar no banco de teses, etc, apartamento milionário do FHC, Friboi do Lulinha, etc. Isso são farsas. Divergir das conclusões de um trabalho aprovado por banca, por divergir da metodologia que deveria ter sido usada não coloca o trabalho na categoria de farsa, não confundam as coisas. Divergir apenas levanta questionamentos sobre os critérios usados no trabalho científico citado. E quem trabalha com ciência sabe que praticamente não existe trabalho que não possa ser questionado sobre a metodologia usada, ou os critérios estatísticos utilizados para validar os resultados.

    Sempre haverá debate em ciência, porque ela é construída por homens, que jamais estarão isentos de crenças, o que inclui a crença no materialismo e a incessante busca por protegê-lo, dificultando, por exemplo, a publicação de trabalhos que desafiem esse dogma. As publicações em revistas ainda precisam passar por critérios dos revisores técnicos, e muitas vezes eles estão bastante desinformados e relação ao tema sobre o qual pretendem levantar objeções. Essa situação é ainda mais grave quando se trata de trabalhos que desafiam as crenças deles. É por isso que todo pesquisador que trabalha na área da “paranormalidade” enfrenta um grau de exigência muito maior com suas publicações do que os demais, que apenas “chovem no molhado”, “pregando para convertidos” , pois produzem pesquisas que não ameaçam os fundamentos do dogma materialista, e portanto nunca são cobrados para apresentar trabalhos com o mesmo grau de certeza estatística que se cobra dos pesquisadores da paranormalidade.

    Em termos simples: são “dois pesos, duas medidas” , o que explica muita coisa sobre como funciona a ciência quando aborda temas polêmicos. Aliás, polêmicos para Lea, porque a sociedade sabe o que funciona, por experiência direta. Se as pessoas fossem esperar 50 anos até que a ciência consiga concluir se aquilo funciona ou não, morreriam sem resolver suas dificuldades.

    Mas pelo menos, quando o ceticismo científico é aplicado à própria ciência é possível derrubar muitas crendices científicas que eram propagadas e ensinadas como se fossem fatos comprovados. Por isso que “não se escreve” o que a ciência afirma, já que aquilo que é considerado “comprovado pela ciência” hoje, depois de 30 anos costuma ser considerado erro bizarro, e quem o defendeu numa certa época fica com cara de bobo mais tarde, quando trabalhos são revisados, erros são descobertos, ou novas tecnologias são desenvolvidas e permitem comprovar o que antes era impossível. As ciências exatas são o grande “carro alegórico” que os leigos fãs de ciência gostam de exibir no “sambódromo” dos debates sobre o que está ou não comprovado, sobre o que é fato e o que é mito. Mas as ciências exatas são apenas uma parte da ciência. Nos seus demais ramos não há nenhuma possibilidade de satisfazer às mesmas exigências e oferecer resultados com o mesmo grau de certeza, o que dá um caráter extremamente provisório às conclusões da maioria das áreas que fazem parte da ciência.

    Se alguém precisa de certezas para sentir-se seguro na vida, faria melhor em procurar abrigo na religião, cuja natureza é afirmar hoje as mesmas coisas que afirmava há milhares de anos. Da ciência só obterá conclusões provisórias, que refletem o nível de conhecimento de um momento histórico específico, nada mais. Exatamente por isso, não há nada mais anti-científico do que concluir que como não foi possível comprovar algo “cientificamente”, isso comprovaria que aquilo não existe/não funciona/não é real.

    Não existe “prova negativa”, nesses casos existe apenas um atestado de falta de capacidade técnica, metodológica de uma determinada de etapa do nosso desenvolvimento científico.

  32. Sandro

    12 de agosto de 2018 em 20:06

    (Estou postando uma segunda vez o mesmo comentário, porque ao postar não vi meu comentário aparecer. Como nunca postei aqui antes, não sei se os comentários passam por moderação ou se deu alguma falha)

    Seria mais interessante se o site se preocupasse com desvendar farsas, que parece ser a proposta. Fica meio “estranho” que um site se sinta em condições de afirmar que uma dissertação de mestrado (e depois tese de doutorado) devidamente supervisionada por pesquisador e com metodologia aprovada por banca científica de uma universidade reconhecida é apenas uma “farsa”.

    É o mesmo que dizer que os cursos de pós-graduação dessa universidade estão propagando farsas.

    Farsa é “fake news”, nome fictício do pesquisador, universidade inexistente, trabalho impossível de localizar no banco de teses, etc, apartamento milionário do FHC, Friboi do Lulinha, etc. Isso são farsas. Divergir das conclusões de um trabalho aprovado por banca, por divergir da metodologia que deveria ter sido usada não coloca o trabalho na categoria de farsa, não confundam as coisas. Divergir apenas levanta questionamentos sobre os critérios usados no trabalho científico citado. E quem trabalha com ciência sabe que praticamente não existe trabalho que não possa ser questionado sobre a metodologia usada, ou os critérios estatísticos utilizados para validar os resultados.

    Sempre haverá debate em ciência, porque ela é construída por homens, que jamais estarão isentos de crenças, o que inclui a crença no materialismo e a incessante busca por protegê-lo, dificultando, por exemplo, a publicação de trabalhos que desafiem esse dogma. As publicações em revistas ainda precisam passar por critérios dos revisores técnicos, e muitas vezes eles estão bastante desinformados e relação ao tema sobre o qual pretendem levantar objeções. Essa situação é ainda mais grave quando se trata de trabalhos que desafiam as crenças deles. É por isso que todo pesquisador que trabalha na área da “paranormalidade” enfrenta um grau de exigência muito maior com suas publicações do que os demais, que apenas “chovem no molhado”, “pregando para convertidos” , pois produzem pesquisas que não ameaçam os fundamentos do dogma materialista, e portanto nunca são cobrados para apresentar trabalhos com o mesmo grau de certeza estatística que se cobra dos pesquisadores da paranormalidade.

    Em termos simples: são “dois pesos, duas medidas” , o que explica muita coisa sobre como funciona a ciência quando aborda temas polêmicos. Aliás, polêmicos para Lea, porque a sociedade sabe o que funciona, por experiência direta. Se as pessoas fossem esperar 50 anos até que a ciência consiga concluir se aquilo funciona ou não, morreriam sem resolver suas dificuldades.

    Mas pelo menos, quando o ceticismo científico é aplicado à própria ciência é possível derrubar muitas crendices científicas que eram propagadas e ensinadas como se fossem fatos comprovados. Por isso que “não se escreve” o que a ciência afirma, já que aquilo que é considerado “comprovado pela ciência” hoje, depois de 30 anos costuma ser considerado erro bizarro, e quem o defendeu numa certa época fica com cara de bobo mais tarde, quando trabalhos são revisados, erros são descobertos, ou novas tecnologias são desenvolvidas e permitem comprovar o que antes era impossível. As ciências exatas são o grande “carro alegórico” que os leigos fãs de ciência gostam de exibir no “sambódromo” dos debates sobre o que está ou não comprovado, sobre o que é fato e o que é mito. Mas as ciências exatas são apenas uma parte da ciência. Nos seus demais ramos não há nenhuma possibilidade de satisfazer às mesmas exigências e oferecer resultados com o mesmo grau de certeza, o que dá um caráter extremamente provisório às conclusões da maioria das áreas que fazem parte da ciência.

    Se alguém precisa de certezas para sentir-se seguro na vida, faria melhor em procurar abrigo na religião, cuja natureza é afirmar hoje as mesmas coisas que afirmava há milhares de anos. Da ciência só obterá conclusões provisórias, que refletem o nível de conhecimento de um momento histórico específico, nada mais. Exatamente por isso, não há nada mais anti-científico do que concluir que como não foi possível comprovar algo “cientificamente”, isso comprovaria que aquilo não existe/não funciona/não é real.

    Não existe “prova negativa”, nesses casos existe apenas um atestado de falta de capacidade técnica, metodológica de uma determinada de etapa do nosso desenvolvimento científico.

    • Eu™

      14 de agosto de 2018 em 11:15

      E, ainda assim, não há nenhuma evidência que comprove que essa bosta sirva pra alguma coisa. Lamento. Textão não vai mudar isso.

      • David

        16 de agosto de 2018 em 14:37

        Bom arjumento amigo. Você contribuiu bastante para o debate. Só uma dica: soltar uma frase curta agressiva para tentar pagar de autoridade intelectual não refuta “textões”.

  33. Diógenes

    4 de outubro de 2018 em 14:37

    Alguém aqui sabe ou lembrou que o Reiki é reconhecido erecomendado pela OMS ? Que um hospital top de SP ministra um curso da matéria para o pessoal da saúde ? Sabe aprendi a gostar de placebo quando descobri que costuma funcionar melhor que muito remédio. Na maioria dos casos mais graves, morremos com remédio,placebo,reiki ou o diabo que for. Deixem o pessoal emprestar seu tempo ao próximo, mal não faz se bem não fizer…

  34. A.D'Raven

    7 de novembro de 2018 em 13:09

    Ou seja no final de toda essa discussão, o que se conclui é que acreditar ou não na imposição de mãos ou em Jesus Cristo é uma questão de fé.
    Que pra maioria Jesus Cristo existiu. Que a fé (seja na ciência ou na espiritualidade)de fato cura. Que tem muito o que se estudar e pesquisar ainda. Que tudo é uma questão de escolha.
    E que não se prova nem que as energias sutis e curadoras existem ou não e nem os cientistas mais céticos conseguem comprovar que Jesus Cristo não existiu.

    Ou seja tudo volta à questão de crenças e fé. Onde tem gente que só acredita no que a ciência diz e tem gente que só acredita no que a religião diz. Dois extremos, dois tipos de radicais.
    Prefiro ficar no meio, obrigado.

  35. Bernardo

    7 de novembro de 2018 em 21:33

    kkkkkkkk Que isso ta muito raso isso aqui. Você so repete a contestação. Este estudo cheio de “defeitos” é uma copia é a amostragem tupiniquim de um tendência mundial. Isto ja é estudado e comprovado a décadas por Em todos os paises aonde há pesquisa. Você acha que o H ALbert E. inova em aplicar as integrativas? Apenas copia uma tendência. Seu objetivo é nobre, porem muito tendencioso, o paradigma materialista já morreu Estamos assistindo sua queda.

    • Gilmar Lopes

      8 de novembro de 2018 em 7:28

      Pra quem foi dirigido esse comentário?

    • Ueslei Camelo Barbosa

      26 de agosto de 2019 em 15:38

      Concordo com você, este site é tendencioso. O materialismo científico já devia ter se dado conta que há algo a ser estudado no efeito placebo. Como explicar que pessoas são curadas pelo simples fato de receberem pílulas com farinha e açúcar? Tem algo a mais nisso, será que são tão cegos para não enxergar o óbvio (o poder da fé)?

  36. Ueslei Camelo Barbosa

    26 de agosto de 2019 em 15:35

    “A USP não comprovou que a cura através da imposição de mãos funcione. Na verdade, esse boato surgiu de uma dissertação de mestrado de um aluno da Universidade de São Paulo, que não se confirmou.” Desculpe-me, não dá pra tratar como “boato” uma notícia que traz como título uma extrapolação do seu conteúdo, algo muito comum na grande mídia. Fundamentalmente, pelas suas palavras, o estudo existiu. Se o método adotado foi correto, isso não sabemos. Seu texto aqui é bem escrito. Faltou buscar a fonte, ou seja, conversar com o Mestrando, dar a ele a oportunidade de defender o estudo e, mais importante ainda, buscar junto à Universidade de São Paulo qual a posição dela a respeito. Enfim, é triste ver que vocês se prestam a realizar um trabalho esclarecedor, todavia, pecam nos detalhes, também, como dito no texto de vocês, buscam a verdade a partir das premissas eleitas, tentando comprová-la a todo custo. Lamentável!!!

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