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Preço do feijão subiu após Dilma doar 625 toneladas para Cuba?

Correntes

Preço do feijão subiu após Dilma doar 625 toneladas para Cuba?

É verdade que o preço do feijão subiu vertiginosamente por causa da doação de 625 toneladas do alimento que a presidente Dilma Rousseff fez para Cuba?

A notícia se espalhou através das redes sociais no começo da segunda quinzena de junho de 2016 e atribui o aumento do preço do feijão a uma doação de mais de 600 toneladas desse grão para Cuba!

Fanpages bastante populares como a Bolsonaro Opressor, por exemplo, publicaram a constatação, alcançando mais de 8 mil compartilhamentos, além de centenas de comentários!

Segundo o texto amplamente compartilhado, a alta repentina do feijão teria sido causada por uma doação de 625 toneladas que Dilma Rousseff teria feito para o povo cubano.

Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?

Dilma doou 625 toneladas do nosso feijão para Cuba, por isso o preço do produto aumentou aqui no Brasil! Será verdade?

Dilma doou 625 toneladas do nosso feijão para Cuba, por isso o preço do produto aumentou aqui no Brasil! Será verdade?

Verdade ou farsa?

Essa história mistura alguns dados reais com muita desinformação para conseguir alcançar o maior número de pessoas, mas a causa do aumento do feijão brasileiro não tem nada a ver com doações do produto para outros países!

Em primeiro lugar, precisamos explicar aqui que o Governo Dilma Rousseff doou mesmo 625 toneladas de feijão para Cuba. Essa é a parte real da “notícia”.

Como relatado pela imprensa, a doação aconteceu em outubro de 2015, e fazia parte do Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil à República de Cuba!

Entre em contato com o E-farsas via WhatsApp: (11) 96075-5663

Conforme foi explicado na ocasião pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a ação está prevista na Lei 12.429, de 20 de agosto de 2011, “que  autoriza o governo federal a doar estoques públicos de alimentos para assistência humanitária internacional”.

Vale lembrar que os preços do feijão não aumentaram muito na época! Um fato curioso, visto que que um mês antes a Conab publicou um edital disponibilizando a doação para as prefeituras de todo o Brasil 30 mil toneladas de feijão.

Nosso leitor Thales Rocha observa que mais recentemente, em abril de 2016, a Conab também disponibilizou mais 11,8 mil toneladas de feijão para mil municípios de 22 estados brasileiros!

Como podemos ver no relatório de Acompanhamento de Grãos da Safra Brasileira (página 150, tabela 57), o Brasil tinha em estoque em 2014 cerca de 303 mil toneladas de feijão. Nossos estoques caíram para 103 mil em 2015 e tiveram um leve aumento em 2016. Se analisarmos que a queda drástica de 2014 para 2015 nos estoques de feijão não fez o preço do alimento subir, é pouco provável que “apenas” 625 toneladas façam alguma diferença no preço!

Reproduçao/Conab

Reproduçao/Conab

A verdadeira causa do aumento

O principal fator para as altas no preço do feijão é o clima. Especialistas explicam que  problemas climáticos decorrentes do fenômeno El Niño afetaram a safra do Rio Grande do Sul (que é o maior produtor do alimento no Brasil). Os produtores gaúchos reclamam uma redução de 16% na produção em relação à safra de 2015.

Conclusão

A alta nos preços do feijão brasileiro não tem nenhuma relação com a doação de 625 toneladas que o Brasil doou para Cuba em 2015 e tampouco tem a ver com o fato de Michel Temer ter assumido a Presidência do Brasil.

*Com a colaboração do leitor e amigo Thales Rocha!

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80 Comentários

80 Comments

  1. Carlos

    21 de junho de 2016 em 22:31

    Sempre existiram problemas climáticos é devido a esse fato os governos anteriores sempre tinham um estoque para revitalizar os preços em uma situação desse tipo colocando o estoque para regularizar os preços. Parece que este ano isso não está existindo. Porque?

    • Gilmar Lopes

      21 de junho de 2016 em 22:35

      Despreparo do Governo? Pode ser!

      • Filipe

        22 de junho de 2016 em 1:31

        O governo está aí desde 2010, se extrapolar para o governo Lula, 2002.
        Nos outros anos o governo estava preparado, chegou 2016 e ficou despreparado?
        A crítica do Carlos não faz sentido. A onda do momento é jogar a culpa de tudo no governo…
        Ele deve ser criticado, sim, mas com embasamento.

    • Sedgewick Sexton

      22 de junho de 2016 em 8:08

      Concordo que uma administração (seja ela pública ou privada) não pode ser pega desprevenida com as mudanças climáticas, deve haver uma preparação para emergências. Porém, como gaúcho, posso afirmar que de uns anos pra cá nosso clima tem estado muito inconstante e os produtores estão tendo perdas maiores das safras que nos anos anteriores. Estamos tendo verões e invernos muito mais rigorosos, chuvas muito concentradas em uma determinada época e seca em outra. Como exemplo posso citar os últimos dias que, mesmo no outono tivemos temperaturas abaixo de zero em algumas regiões do estado.

    • Luiz Santos

      23 de junho de 2016 em 4:55

      O governo sempre teve um estoque similar de feijão.
      E pelo amor de Dadá… O salário mínimo dos governos anteriores comprava menos feijão ou cestas básicas do que o atual. Vamos aprender fazer continuas de matemática. Obrigado, de nada!

      • Well

        28 de outubro de 2016 em 16:01

        A inflação dos governos anteriores era bem menor que hoje, ou seja, dá no mesmo, Petista ignorante.

    • adeir

      26 de junho de 2016 em 12:21

      Na verdade a produção brasileira anual de feijão é em torno de 3 milhões de toneladas e não 303 milhões , como você afirma. 625 mil toneladas é quase 25% da produção brasileira, lógico que esse percentual influencia no preço. O pt está é financiando ditadura comunista.

      • Papillon

        27 de junho de 2016 em 0:33

        Leia direito, 625 toneladas é muito diferente de 625 mil toneladas.

        • Gilmar Lopes

          27 de junho de 2016 em 8:57

          Muita gente está fazendo essa confusão!

          • Victor Hugo

            30 de junho de 2016 em 16:39

            600 mil toneladas é a safra inteira de feijão carioca.. fora as 400 mil de outros feijões… pelamor de deus… doou 600, menos de um milionésimo do que se produz isso não afeta o preço em nadica de nada…

    • Luiz Alberto Nascimento

      15 de julho de 2019 em 17:48

      Esse e-farsas deve ser esquerdista, pois defender, ou tentar justificar uma barbaridade dessa é um absurdo. Vá lá que doasse umas 10 toneladas. Mas doar todo o estoque regulador é um pouco demais, né? Mesmo que digam o contrário isso foi sim o causador do encarecimento do feijão, que chegou a custar R$16,00. Problemas climáticos? Só naquele ano? Coincidência demais, não é?

  2. meg

    22 de junho de 2016 em 1:33

    Sabe…quando se quer misturar o falso com verdadeiro da nisso! Nao acho q foi despreparo do governo mas mais uma desculpa para propagar o caos.

  3. Filipe

    22 de junho de 2016 em 1:42

    Falaram no Facebook que a culpa é do dólar e ainda jogaram um gráfico com o preço do feijão pra comprovar. Comprovar o que?
    O gráfico nada tem a ver com o valor do dólar.
    Em 2013 a saca de 60 kg chegou a R$ 191,79, mas caiu em 2014 chegando a R$ 61,02. Isso não aconteceu com o dólar, pelo contrário, só subiu?

    Em 1 minuto você confere isso. É tão difícil pesquisar um pouco para não propagar besteiras pela internet? Um verdadeiro desserviço.
    Querer aparecer como O entendedor todos querem, entender que é bom ninguém quer…

    Gilmar Lopes, parabéns pelo e-farsas. Admiro muito o trabalho!

    • Roger Lopes

      22 de junho de 2016 em 12:46

      Se você tiver se referido ao meu comentário, então vamos lá:

      O produto plantado aqui, não é consumido somente aqui, logo, se o valor do dólar estiver alto, é muito mais rentável exportar ao invés de vender no mercado interno. E não somente isso, se a oferta diminuir, o preço irá subir consequentemente.

      É necessário notar que entre 2014 pra cá, considerando o mesmo período, houve grande alteração em relação à inflação resultada da alta do dólar.

      Vale lembrar que o Brasil colhe 3 safras. A safra que está sendo consumida agora é da colheita de final de 2015/início de 2016.
      As colheitas não são vendidas em momentos muito posteriores à colheita. Teremos assim, vendas altíssimas nesse período de alta do dólar (lembre-se do benefício ao vendedor em exportar enquanto o dólar está com cotação alta).

      Resumindo: estamos enfrentando resultados do passado. Se são bons ou ruins? Olhe os preços atuais.

    • Lucho

      22 de junho de 2016 em 18:26

      O que eu sempre digo de quem usa o faceburro?

  4. Pingback: Preço do feijão subiu após Dilma doar 625 toneladas para Cuba? - Filtro de Notícias

  5. Santos

    22 de junho de 2016 em 8:27

    Eu planto feijão a última geada que teve eu perdi tudo agora imagina os grande produtores do sul. Aonde teve muita chuva e geada.

  6. Eu™

    22 de junho de 2016 em 8:34

  7. Alex Faulhaber

    22 de junho de 2016 em 8:36

    625 toneladas doadas com tanta gente passando fome no sertão, comendo farinha??

    • Eu™

      22 de junho de 2016 em 11:13

      Sim, e daí?

    • Osculum Obscenum

      22 de junho de 2016 em 12:12

      Provavelmente vc não leu, ou se leu não entendeu e deveria fazer um curso de interpretação de texto.

    • walder

      22 de junho de 2016 em 15:03

      não sou comunista, mas esse é o lado ruim do capitalismo que nós vivemos. se o alimento fosse doado, quem iria comprar? o dinheiro tem que girar aqui dentro. Cuba é um país em tese socialista, a política socialista garante, pelo menos em tese, comida e abrigo para todos. Eles pregam um sistema sustentável onde cada uma faz sua parte para que toda sociedade possa viver bem. onde todos trabalhariam, comeriam e teriam direitos iguais e salários iguais, então, para eles, tudo bem dar feijão de graça para o povo. ps só estou falando teoricamente, não estou dizendo que países socialistas são bons e nem que o capitalista é ruim. só estou dizendo a problemática para o nosso sistema em dar comida para miseráveis ao invés de vender para eles ou para quem possa pagar melhor pelo feijão de preferencia.

  8. DIONISIO

    22 de junho de 2016 em 14:02

    HISTORIA PRA BOI DORMIR ESTE ANO NÃO TIVEMOS O EL NINHO, CHOVE ACIMA DA MÉDIA EM TODOS OS ESTADOS , O PROBLEMA É A FALTA DO ESTOQUE REGULADOR, POR QUE SÓ O FEIJÃO SUBIU E NÃO A SOJA , O MILHO E OUTRAS QUE TEM O CULTIVO PARECIDO.

    • Eu™

      22 de junho de 2016 em 16:23

      Puts, você não acredita na verdade então? Nossa, vou dormir na pia de tão preocupado.

      Chola mais.

    • Eu™

      22 de junho de 2016 em 16:25

      E ANTA, foi exatamente o EXCESSO DE CHUVA um dos causadores de problemas na safra do feijão.

      ESTUDE antes de vir aqui zurrar ASNEIRAS.

  9. cÍNTIA

    22 de junho de 2016 em 15:22

    UMA COISA NÃO COMENTADA: POR QUANTO TEMPO O FEIJÃO É VÁLIDO? DOAR FEIJÃO NUM ANO É RUIM PORQUE ELE PODERIA SER USADO NO OUTRO?
    VALIDADE DE UM ANO, NO MÁXIMO

    • Eu™

      22 de junho de 2016 em 16:23

      Falou a “agrônoma”… Chola mais, cholona.

      • Leone

        22 de junho de 2016 em 21:36

        Mas que revoltada que ela é, liga pro ex e pede pra ele voltar, ou é uma menininha criada pela avó?

      • ezequiel

        23 de junho de 2016 em 17:49

        ” EU “…vc gosta de ofender os outros ,,,quer pagar de inteligente ,,,mas é um nada

        • Eu™

          24 de junho de 2016 em 9:14

          Ezequiel, ninguém te perguntou nada, cholão de merda.

  10. adriano gurutuba

    23 de junho de 2016 em 9:31

    c o governo não tivesse doado o feijão teria estoque suficiente para regular o preço de mercado.

    • Gilmar Lopes

      23 de junho de 2016 em 9:32

      Acredito que não! É uma quantidade muito pequena!

    • Eu™

      24 de junho de 2016 em 10:36

      É mesmo? E baseado em quê você afirma isso com tanta convicção?

  11. PAULO

    23 de junho de 2016 em 13:34

    3% DO ESTOQUE 16% QUEBRA POR CAUSA DO CLIMA = 19%
    200.000.000 ton. – 19% = 162.000.000 Onde ficaram as 162.000.000 do estoque regulador?
    que seriam usados para estabilizar ospreços

  12. Isabella Muniz e Silva

    23 de junho de 2016 em 16:13

    Um torce e retorce danado pra caber na realidade.
    A matéria não diz que o preço aumentou devido à doação. Diz que a escassez faz o preço subir. O que é um fato, sendo em feijões ou no que for.
    E a doação aconteceu. E, se não tivesse acontecido, não teríamos tamanha escassez.
    Não se previu que podíamos passar por um período desses?
    São os miseráveis cubanos melhores que os nossos?
    Por que dar de graça pra Cuba havendo tantos cidadãos brasileiros passando fome dentro do território nacional?
    Por que doar uma coisa pública à revelia do povo?
    Desculpa, E-Farsas, mas aí forçou demais.

    • Gilmar Lopes

      23 de junho de 2016 em 16:15

      Não foi à revelia! Está dentro da Lei!
      Também não sou a favor desse tipo de doação, mas se tá na lei, tá na lei! Precisamos forçar os governantes a mudar a lei!

      • TOP SYSTEM INFORMÁTICA LTDA

        30 de junho de 2016 em 11:48

        é mesmo !!! tá na lei!!! tudo que ta na lei o brasil cumpre!!!! por exemplo direito a saúde educação!!

        • Gilmar Lopes

          30 de junho de 2016 em 11:50

          Infelizmente, nem tudo o que está na lei é cumprido! Mas aí essa questão foge do escopo desse artigo!

    • Eu™

      23 de junho de 2016 em 16:35

      Chola mais, cholona!

  13. Sávio Barros Guimarães

    23 de junho de 2016 em 18:48

    Acho que existem países como Haiti, Etiópia e outros com uma necessidade maior de alimentos que Cuba!

    Porque Cuba? Acho que sabemos.

    • Eu™

      24 de junho de 2016 em 10:37

      “Acha”? E provar, que é bom?

  14. Armando Leitner

    23 de junho de 2016 em 20:15

    Aí está: ontem, assistindo uma entrevista na TV, um PeTista comentou que as 625 toneladas (do nosso estoque regulador) doadas para Cuba pela Dilma não estão influindo em nada no brutal e súbito aumento do preço do feijão, pois a última safra brasileira de feijão havia sido enorme, de 32 milhões de toneladas, (o que corresponde 168 kg por ano por habitante, ou meio-quilo de feijão por dia para cada brasileiro). Então, pergunto: se foram colhidas 32 milhões de toneladas de feijão, porque o feijão está tão caro? (A mentira tem perna curta – algo não bate)

    • Eu™

      24 de junho de 2016 em 10:35

      E?

  15. Ronaldo

    24 de junho de 2016 em 8:34

    A QUESTÃO É QUE QUANDO SE TEM MUITO FEIJÃO EXPORTAM COMO SE NÃO EXISTISSEM BRASILEIROS, PORÉM, QUANDO SE TEM POUCO, ENFIAM A FACA DA SENVERGONHICE!

    • Eu™

      24 de junho de 2016 em 10:35

      Uau, que profundo. Você pensou nisso sozinho?

  16. Geo Mota

    24 de junho de 2016 em 8:55

    Brasil é o país do colar-colou.! Dão aumento em certa mercadoria por motivos banais, ninguém reclamou, novo aumento vem e vai acontecer até alguém do alto escalão, sentir-se prejudicado,. Não pelo povo, mas por ele e os seus familiares, começam a gritar como inocentes fossem.

    • Eu™

      24 de junho de 2016 em 10:34

      E, enquanto isso, os acéfalos frequentadores do Facebunda ficam postando textões, indignados, como se fosse mudar alguma coisa.

  17. brito soza

    24 de junho de 2016 em 10:19

    a situação em Cuba está ruim mesmo. Precisa de “ajuda comunitária internacional” para comer feijão e nem paga o frete. Por que os estoques de feijão, e de arroz agora, estão tão baixos nos últimos anos? Se investigar encontrão corrupção na Conab, agricultura familiar, etc…

    • Gilmar Lopes

      24 de junho de 2016 em 10:23

      Se investigar, é capaz que se encontre corrupção em tudo! Aguardo ansioso por essas investigações!

  18. Marcio

    27 de junho de 2016 em 10:26

    Meu caro, o maior produtor de feijão do Brasil é o Paraná…

  19. clayton de souza

    30 de junho de 2016 em 9:26

    e como o E-farsas explicar esse vídeo aqui do próprio governo cubano agradecendo pelo feijão e pelo arroz doado por dilma? https://www.youtube.com/watch?v=5YodPJPSgNI&feature=youtu.be&a

    • Eu™

      30 de junho de 2016 em 10:33

      Como o clayton explica NÃO TER LIDO o post do E-farsas?

      “Em primeiro lugar, precisamos explicar aqui que o Governo Dilma Rousseff doou mesmo 625 toneladas de feijão para Cuba. Essa é a parte real da “notícia”.

      Como relatado pela imprensa, a doação aconteceu em outubro de 2015, e fazia parte do Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil à República de Cuba!”

      O governo DOOU SIM, isso não resta dúvidas. E em nenhum momento o texto diz o contrário!!!!!!!

  20. Fabiano Oliveira

    2 de julho de 2016 em 22:01

    Bom gente eu tive um breve debate com uma pessoa que está fazendo facu de direito outro dia sobre isso, ela(jeane)me disse que eu fico repetindo notícias vomitada na mídia sem embasamento nenhum, bom em partes em concordei com ela. Mas eu queria saber mesmo qual de nos dessa geração vai viver para ver esse país(Brasil)crescer e oferecer uma pespectiva de vida para a população brasileira. Sabe no que eu(Fabiano) acredito de verdade é acordar cedo e enfrentar a vida de frente estando empregado ou não! por que eu acredito que o povo não tem forças para vencer os dominadores desse país. Obrigado pelo espaço…… “A vida é dura pra quem é mole”

  21. Fabiano Oliveira

    2 de julho de 2016 em 22:11

    Fico revoltado com essa democracia desse país. Quando isso vai mudar?

    • Lucho

      3 de julho de 2016 em 8:53

      Sofativista detected.

    • Eu™

      3 de julho de 2016 em 9:14

      Quando todos os brasileiros morrerem?

  22. Luciano

    4 de julho de 2016 em 23:15

    Engraçado essa defesa do site que a doação não tem nada a ver… Mas perai todo mundo sabe que qdo vc tem um produto em estoque…o valor desse produto no mercado cai.. E qdo ele está escasso o preço sobe.
    Então o clima fez com que a safra fosse prejudicada certo? E aí menos produção, menos estoque e o preço sobe certo? Mas aí a Dilma ter doado toneladas feijão não tem nada a ver com a alta de preço…oi???..então se tivesse os 650 toneladas de feijão em estoque isso não iria diminuir o preço do feijão não??… Aham…para né..isso é economia básica.. Não importa que a doação naquela hora parecia irrisória…Na prática está fazendo falta sim…E se não tivessem doado o preço estaria mais baixo sim..questão de lógica.

    • Eu™

      5 de julho de 2016 em 9:41

      Chola mais, chola.

  23. Ma

    5 de julho de 2016 em 7:05

    Nos brasileiros estamos pagando caro p sobreviver. Pais de família não aceitam ver seus filhos passando fome somos obrigados a comprar . Sendo fulano ou ciclano culpado. Mas acho que as coisas ainda vão piorar . Que Deus e Jesus nos ajude e nos de forças.

  24. Marcos A.

    5 de julho de 2016 em 8:27

    Acho um absurdo esse tipo de doação, quando no nosso país ainda tem gente morrendo de fome nas ruas. Para o lugar que o governo estava nos levando, queria saber que é que ia nos doar alimentos no futuro.

  25. Marcos A.

    5 de julho de 2016 em 8:38

    Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil. Mas doou só para Cuba? Não é lá o paraíso socialista? Não tem doação para a Venezuela, não? lá sim, outro paraíso socialista que o povo tá comendo cachorro, gato e pombo para sobreviver.

  26. Ivan Pedro de O. Gomes

    5 de julho de 2016 em 11:36

    O aumento do preço do feijão não tem nada a ver com a doação. O fato concreto é que a cultura do feijão no Brasil é extremamente arriscada. As oscilações de preço são muito grandes de safra a safra. Os principais fatos foi a redução da área plantada e redução da produtividade pelos efeitos climáticos já mencionados. Com relação à exportação, no caso do feijão isto é irrelevante pois a quantidade exportada é muito pequena. Ocorre que naúltima safra os produtores optaram por plantar mais soja e milho, que são mais lucrativas. Além disso o custo de produção também é maior. Não entro no mérito da doação, porém a quantidade doada representou apenas 0,2 % da safra 2014/15, o que tecnicamente não exerce influencia significativa sobre o preço atual de mercado. É possível que o preço do feijão baixe consideravelmente nas próximas safras, em função de uma possíivel maior área plantada e/ou melhores condições climáticas. Em resumo, nínguém fica rico plantando feijão.

  27. wagner

    6 de julho de 2016 em 14:56

    nao sei o porque que acham que essas 650 toneladas sao tao insignificantes assim,o preço antes de chegar em nossas maos esta em torno de $8,60 o kilo,agora isso vezes as 650 toneladas dao aproximados $5.590.000,00 ,pra mim jogar esse valor fora e achar que nao faz falta ta meio fora da realidade,fora os financiamentos dos portos de cuba que foram perdoados ,porque so la em cuba

    • Eu™

      6 de julho de 2016 em 15:37

      Quanto cholo, cholão.

  28. wagner

    6 de julho de 2016 em 14:59

    agora doar essa quantia pra nossa saude e educaçao nimguem investe,nao e.
    so quem precisa do atendimento publico sabe como seria importante esse dinheiro aqui

    • Eu™

      6 de julho de 2016 em 15:37

      Chola mais, chola.

    • Lucho

      8 de julho de 2016 em 18:56

      Mais um sofativista idiota.

      • Eu™

        12 de julho de 2016 em 9:44

        “Sofativista idiota” não seria um pleonasmo?

  29. Flávio Aurelio

    11 de julho de 2016 em 16:56

    A desgraça do país chama-se PT!! FORA PT!!!!!!!

  30. Flávio Aurelio

    11 de julho de 2016 em 16:57

    FORA PT!!!!

    • Eu™

      12 de julho de 2016 em 9:43

      Opa! Agora as coisas vão mudar! O Flávio tá expulsando o PT, tudo vai melhorar, minha gente!

      Parabéns, Flávio! Obrigado por fazer um país melhor para todos!

      Clap clap clap!

  31. Eliane

    12 de julho de 2016 em 15:00

    Sempre é o mais pobre que paga a conta.

    • Eu™

      17 de julho de 2016 em 10:35

      Sempre o mais trouxa, no caso nós, que não sabemos votar.

      Cada país tem o político que merece escolhe.

  32. marcel

    15 de julho de 2016 em 18:57

    Doando nossa feijão pra paises comunistas, ué abiguinhos o socialismo não é uma maravilha???

    • Eu™

      17 de julho de 2016 em 10:35

      Sim, é.

    • Dee

      21 de julho de 2016 em 16:53

      Não.

      O Comunismo nunca deu e nunca dará certo em lugar algum do planeta.
      Bullshit. Conversa mole normalmente usada de safados para otários.
      Besteiras falaciosas que funcionam apenas pra carcar estagiárias de humanas com as pernas peludas e sem muito discernimento da vida real.
      E essa merreca de feijão não faz nem cócegas nos preços aqui no Brasil.

  33. Marcelo Nunes

    5 de agosto de 2016 em 10:20

    Pesquisem um pouco mais por favor, está parecendo página paga pelo PT.
    A doação de 625 toneladas foi em UM DOS LEILÕES da Conab. No dia anterior a este foram feitos outros TRES LEILÕES com o mesmo objetivo.
    As doações a Cuba eram sistemáticas, contínuas, não somente essa.
    Em tempo: sou produtor de feijão, não um curioso qualquer.

  34. Eu™

    5 de agosto de 2016 em 11:59

    >Pesquisem um pouco mais por favor, está parecendo página paga pelo PT.

    Pesquise você, pois está parecendo leitor do G1, que vem cagar ofensas sem ter razão!

    >A doação de 625 toneladas foi em UM DOS LEILÕES da Conab. No dia anterior a este foram feitos outros TRES LEILÕES com o mesmo objetivo.

    “Nesta quinta-feira (1), pela manhã, foi realizado mais um leilão de contratação de frete para a remoção de 625,4 toneladas de feijão para atendimento ao Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil à República de Cuba. O produto, que é comum, em cores, tipo 2, está organizado em sacas com 50 kg, cada.

    A contratação do serviço compreende o percurso rodoviário entre o local onde está armazenado o grão e o Porto Navegantes, ambos localizados dentro do Estado de Santa Catarina (SC), e a colocação do feijão dentro do navio. O início dos embarques, no local de origem deverá ocorrer, impreterivelmente no dia 13 de outubro e todo o produto deve ser entregue no armazém portuário até o dia 23 deste mês.

    Arroz – Ontem a Conab também realizou três leilões de troca de arroz para atendimento à Cuba e à Faixa de Gaza. Vale lembrar que essas ações estão previstas na Lei 12.429, de 20 de agosto de 2011, que autoriza o governo federal a doar estoques públicos de alimentos para assistência humanitária internacional. A ação, do Programa Mundial de Alimentos, é coordenada no Brasil pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).”

    http://www.conab.gov.br/imprensa-noticia.php?id=38423

    UM leilão para as 625 toneladas de feijão e 3 leilões para o arroz. Gozado, o preço do arroz continua o mesmo, né?

    >As doações a Cuba eram sistemáticas, contínuas, não somente essa.

    Leia a notícia direito, leia.

    >Em tempo: sou produtor de feijão, não um curioso qualquer.

    Se for tão desleixado como produtor de feijão quanto é para interpretar textos, isso explica a queda na produção.

    CHOLA MAIS>

  35. Pingback: Dia Mundial Humanitário: um olhar sobre o Brasil – CEIRI NEWSPAPER

  36. Santos

    14 de maio de 2017 em 12:58

    Não se trata de farsa. Dilma deu o que não pertencia a ela e nós, os trabalhadores, como sempre pagamos mais essa conta.

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