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Sites estão vendendo um produto que perfura as patas de gatos de rua?

Animais

Sites estão vendendo um produto que perfura as patas de gatos de rua?

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Recentemente, um deputado estadual de São Paulo chamado Bruno Ganem (PODEMOS) resolveu utilizar suas redes sociais para fazer uma “denúncia”. Segundo ele, as Lojas Americanas, assim como tantos outros sites de comércio eletrônico (Magazine Luiza, Extra, Casas Bahia etc.), estariam vendendo um produto, através de suas respectivas lojas virtuais, que perfuraria as patas de gatos de rua! Sim, isso mesmo que vocês leram!

Essa denúncia foi feita através de um vídeo publicado em sua página no Facebook (arquivo), e também em sua conta no YouTube (arquivo), no dia 12 de novembro de 2019. A publicação no Facebook já obteve mais de 2 mil compartilhamentos, sendo que uma parte dos comentários são de pessoas enfurecidas com as Lojas Americanas. Inclusive, um membro de nosso grupo, no Facebook, nos questionou recentemente sobre esse assunto, alegando que estava sendo sugerido um boicote contra a empresa (arquivo).

No vídeo, Bruno Ganem aparece ao lado de seu auxiliar legislativo, Rodolfo Oliveira, e ambos alegam ter descoberto “um equipamento que furava gatos e pombos”. Em seguida, é mencionado que o equipamento estava sendo vendido pelas Lojas Americanas e, em sua descrição, era alegado que havia 420 pontas perfurantes.

A Mudança de Narrativa

Entretanto, a narrativa rapidamente muda, e eles acabam dizendo que o produto pertencia a uma empresa chamada “Multicap Mais”, mas que era entregue pelas Lojas Americanas e diversas outras lojas virtuais. Aliás, Rodolfo chegou a mencionar que “um gato aparecia chorando em uma das imagens”, e que a situação era “puramente de maus-tratos”.

No vídeo, Bruno Ganem aparece ao lado de seu auxiliar legislativo, Rodolfo Oliveira, e ambos alegam ter descoberto “um equipamento que furava gatos e pombos” vendido pelas Lojas Americanas.

Entretanto, a narrativa rapidamente muda, e eles acabam dizendo que o produto pertencia a uma empresa chamada “Multicap Mais”, mas que era entregue pelas Lojas Americanas e diversas outras lojas virtuais.

O recado básico era para que as pessoas tivessem cuidado, porque poderiam estar fomentando uma situação de maus-tratos aos animais. Para concluir, eles disseram que iriam acionar as empresas que estavam comercializando o produto, o Ministério Público e, se fosse necessário, criariam uma lei específica para combater a venda do produto.

Três Outros Vídeos Foram Publicados no YouTube

No dia 13 de novembro de 2019, mais três vídeos foram publicados na conta de Bruno Ganem, no YouTube:

Nos vídeos, tanto Bruno Ganem quanto Rodolfo Oliveira apelidaram o equipamento de “fura-gatos”. Nos títulos dos vídeos (1 | 2 | 3) também é possível notar a utilização das palavras “escândalo” e “tortura” ao se referir a situação que eles disseram ter descoberto. Aliás, eles disseram que já teriam iniciado a proposição de uma lei contra a venda desse equipamento.

Um detalhe muito peculiar é que, considerando todos os vídeos, podemos claramente notar que as Lojas Americanas se tornaram o principal alvo da “denúncia”, visto que muito raramente o nome de outra empresa é citado.

Verdadeiro ou Falso?

Falso! Em primeiro lugar, o site das Lojas Americanas não vende o produto, apenas fornece o serviço de entrega! Já outros sites de comércio online, assim como o Extra, o Ponto Frio e as Casas Bahia, não vendem e nem entregam o produto! Apenas disponibilizam o espaço virtual para terceiros. Nesses sites o produto é vendido e entregue por uma loja virtual chamada “Multicap”, que alega estar há 17 anos no mercado. Numa rápida consulta ao CNPJ da empresa no site da Receita Federal, notamos que ela é de Bauru, uma cidade do Estado de São Paulo, e foi aberta em 2009.

Em segundo lugar, apesar da descrição, o produto não perfura gatos ou pombos e, nada indica, que represente uma ameaça a animais domésticos ou silvestres. O produto é feito de polipropileno (um tipo de plástico), sendo que as pontas são arredondadas e achatadas (exceto se houver defeitos de fabricação)! Nas imagens exibidas no vídeo não é possível ver isso com clareza, mas encontramos inúmeros anúncios em sites internacionais, onde isso é mostrado de forma muito clara. Muito provavelmente, a descrição é uma tradução mal-feita de um desses anúncios. Um exemplo recente disso, foi um site de notícias que divulgou que um idoso havia sido agredido com estiletes, quando na verdade, o instrumento utilizado na agressão foi um sapato de salto fino. Tudo por um erro grotesco de tradução.

Em terceiro lugar, a eficácia do produto é bem questionável. Encontramos inúmeras fotos, através de mecanismos de busca, onde os gatos simplesmente deitam em cima de produtos semelhantes, também de polipropileno, ou então passam por eles sem a menor dificuldade ou cerimônia!

Enfim, a seguir vamos detalhar esses pontos que acabamos de mencionar para vocês!

Uma Dose de Realidade Sobre o Produto

Em menos de cinco minutos, tanto o deputado estadual quanto o seu auxiliar legislativo poderiam ter facilmente encontrado esse produto sendo anunciado em sites internacionais. Contudo, estranhamente, não encontraram. De qualquer forma, bastaria qualquer pessoa procurar pelos termos “wall spikes cats” ou “wall and fence spike prickle strip” no eBay ou Aliexpress.

A absoluta maioria dos anúncios claramente diz que o produto é inofensivo, de polipropileno, e gerariam apenas um desconforto, visto que os animais não teriam uma superfície plana para andarem ou pousarem. Portanto, o produto visaria desestimular a presença de tais animais nos locais em que é aplicado. As imagens contidas nos anúncios também mostram com clareza como é, de fato, o produto.

Imagem do produto exibido no vídeo sendo vendido no eBay.

Mais uma imagem do produto exibido no vídeo sendo vendido no eBay, mas associado a um outro anúncio.

Outra imagem do produto mostrando como é, da fato, suas pontas.

Imagem do produto mostrando o que parecem ser algumas pontas com defeito de fabricação.

Alguns Produtos Semelhantes

Existe um outro produto bem popular, semelhante a uma esteira, que alegadamente também serviria para espantar gatos, coelhos, cachorros ou outros animais (2). Contudo, esse outro produto também é feito de plástico e, em princípio, não representa uma ameaça contra tais animais domésticos ou silvestres.

É até possível que alguma versão desse modelo, talvez, possa machucar o pé de alguém se a pessoa estiver descalça e distraída, mas muito dificilmente machucaria a pata de um gato ou de um cachorro, até porque ambos notariam a presença de algo incomum no ambiente e teriam cuidado ao se aproximar do local.

Outro produto bem popular, semelhante a uma esteira, que é vendido por sites internacionais.

Contudo, esse outro produto também é feito de plástico e, em princípio, não representa uma ameaça contra tais animais domésticos ou silvestres.

É até possível que alguma versão desse modelo, talvez, possa machucar o pé de alguém se a pessoa estiver descalça e distraída, mas muito dificilmente machucaria a pata de um gato ou de um cachorro.

Foto mostrando a flexibilidade das hastes de plásticos do produtos.

De qualquer forma, é bom deixar claro que não encontramos nenhum anúncio desse modelo no site da “Multicap”.

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 - t.me/efarsas

A Indiferença de Muitos Animais com Tais Barreiras Físicas Supostamente Inibidoras

Novamente, através de rápidas pesquisas nas redes sociais (1 | 2 | 3 | 4), percebemos que tais barreiras físicas, supostamente inibidoras, não são tão eficazes assim. Em muitos casos, elas são simplesmente ignoradas por gatos e pássaros.

Confira abaixo algumas fotos bem inusitadas que encontramos:

Foto divulgada no Twitter mostrando um gato deitado sobre um desses produtos.

Outra foto mostrando mais um gato que, aparentemente, não está se importando com tal produto.

Foto de um gato simplesmente tirando um cochilo próximo a uma dessas barreiras físicas. A foto ganhou destaque no site japonês “Soranews”, em junho de 2015.

Mais uma foto mostrando o tranquilo cochilo do gato que comentamos na foto anterior.

Foto de filhotes de gato simplesmente deitados em cima de uma dessas barreiras físicas.

Nada indica que tais proteções realmente são tão eficazes quanto dizem que são.

Mais uma foto de um gato flagrado passeando sobre uma dessas barreiras físicas.

Aliás, é bom deixar claro, que nenhum animal foi ferido nas imagens acima.

Por Outro Lado…

Existem alguns produtos que nos causaram uma certa preocupação. Em sites internacionais encontramos um determinado modelo de metal e outro de polipropileno (chamado de “Stegastrip“) que, talvez, possam vir a causar danos em animais domésticos ou silvestres. Isso não quer dizer que efetivamente irão causar algum dano aos animais.

1) O Modelo Chamado “Stegastrip”

Foto mostrando o modelo chamado de “Stegastrip”.

Mais uma foto mostrando o modelo chamado de “Stegastrip”.

2) O Modelo Metálico Anti-Pombos

Foto mostrando o modelo metálico.

Mais uma foto mostrando o modelo metálico.

Contudo, o produto não soa ser à prova de cacatuas:

Fuck the policeFor licensing and usage, Contact Licensing@viralhog.com

Posted by Isaac Sherring-Tito on Monday, July 1, 2019

 

Dois pontos muito importantes a serem mencionados sobre esses modelos:

  • O modelo metálico é primordialmente vendido para inibir somente o pouso de pombos. A base é flexível e as pontas dos filetes metálicos são achatadas. Sua eficácia, no entanto, é questionável;
  • Embora o modelo conhecido como “Stegastrip” seja feito de polipropileno, o produto é bem rígido e pontiagudo. No entanto, ele é primordialmente vendido como um item de segurança patrimonial, ou seja, para evitar que bandidos escalem os muros das propriedades. É bem difícil dizer o quão o modelo seria eficaz, principalmente no Brasil.

Uma “Denúncia” Controversa

Nos vídeos que foram publicados, tanto o deputado estadual quanto o auxiliar legislativo, aparentemente, não fazem a menor ideia do que realmente se trata o produto. Aliás, em nenhum momento eles apresentam quaisquer casos em que animais tivessem sido realmente feridos por tais produtos. Isso fica claro, quando eles pedem a ajuda da população para denunciar eventuais casos, visto que não tinham nenhum caso que pudesse corroborar com a narrativa propagada de maneira alarmista. E, ao solicitarem essa “ajuda”, eles podem contribuir para que efetivamente gatos ou outros animais acabem sendo machucados. E como isso acontece? De três formas básicas:

1) Efeito Streisand

Embora tais produtos sejam comercializados há anos na Inglaterra, na Japão e na China, eles não populares aqui no Brasil. Contudo, a partir do momento que você expõe de maneira desproporcional um determinado produto com o intuito de proibi-lo ou censurá-lo, ocorre algo chamado de “efeito streisand”. Ao invés de evitar a compra do produto, muitas pessoas acabam sabendo que tais produtos existem e correm para comprar. A prova disso é que, num dos vídeos, o deputado estadual alegou que, da noite para o dia (justamente após o alarde feito pelo primeiro vídeo publicado em suas redes sociais), 30 peças do produto tinham sido comercializadas por meio do site das Lojas Americanas.

Ironicamente, essa situação também pode ocorrer após a publicação deste artigo, mas infelizmente não temos outra forma de desmentir tais alegações. Para nossa sorte, tudo indica que o produto é inofensivo contra animais domésticos ou silvestres. Contudo, conseguem imaginar o desastre que seria caso o produto fosse realmente perigoso?

2) Pura Maldade e Adulteração do Produto

A partir do momento que algumas pessoas tomam conhecimento do produto, por pura maldade, podem modificá-lo e tornar suas pontas afiadas. Simplesmente com a intenção de ferir aleatoriamente animais domésticos ou silvestres, e fugindo completamente da proposta original do produto. Assim sendo, casos que nunca ocorreram podem começar a pipocar nas redes sociais gerando uma histeria social desnecessária.

3) Animais Sendo Machucados Para Corroborar com Determinadas Narrativas

Para provar que um produto é perigoso é possível que animais sejam intencionalmente machucados e exibidos nas redes sociais como se os ferimentos tivessem sido causados por um determinado produto. Inúmeras histórias podem vir a circular nas redes sociais sem qualquer tipo de averiguação ou serem simplesmente inventadas em troca de cinco minutos de fama. Quem não conhece uma história que começou a circular de uma forma, mas que ao ser investigada pela polícia acabou ganhando outros contornos?

Um Estranho Relato Anônimo de 2016

Durante nossa pesquisa encontramos um único e curto texto alegando que um gato teria sofrido ferimentos decorrentes de uma dessas barreiras supostamente inibidoras. O relato teria partido de Stephen Coleman, então chefe da Sociedade de Jersey para a Prevenção da Crueldade contra Animais (JSPCA) – uma ONG localizada na ilha de Jersey, próxima a costa da Normandia, na França. O relato foi publicado em julho de 2016 num site chamado “Jersey Evening Post”.

Estranhamente, o relato dizia que o gato teria tido uma pata empalada, mas não foi fornecida nenhuma foto ou vídeo como prova. Além disso, o relato foi totalmente precário (sem quaisquer detalhes verificáveis), anônimo, e as duas únicas imagens que acompanhavam o texto eram, aparentemente, genéricas. Não houve quaisquer entrevistas, boletins de ocorrência ou verificação por parte da polícia e de nenhum veículo de imprensa da ilha de Jersey.

Stephen Coleman, ex-chefe da Sociedade de Jersey para a Prevenção da Crueldade contra Animais (JSPCA).

Outro detalhe peculiar é que o Stephen Coleman não parece ser uma pessoa muito preocupada com a verdade e nem tão preocupado assim com os animais. Isso porque, em agosto de 2019, ele passou a enfrentar 15 acusações de fraude, duas acusações de falsificação de documentos e mais duas acusações por emissão de documentos falsos. Os crimes envolvem a JSPCA e teriam sido cometidos entre fevereiro de 2007 e janeiro de 2017.

Stephen chefiou a JSPCA entre abril de 2006 e janeiro de 2017, ou seja, os crimes teriam sido cometidos enquanto ele chefiava a ONG.

Conclusão

Falso! Para uma melhor compreensão iremos pontuar a nossa conclusão:

  • O site das Lojas Americanas não vende o produto exibido no vídeo de Bruno Ganem, deputado estadual de São Paulo pelo PODEMOS, apenas fornece o serviço de entrega! Já outros sites de comércio online, assim como o Extra, o Ponto Frio e as Casas Bahia, não vendem e nem entregam o produto! Apenas disponibilizam o espaço virtual para terceiros. Nesses outros sites que citamos, o produto é vendido e entregue por uma loja virtual chamada “Multicap” (em diversas quantidades ou metragens), cuja empresa está sediada na cidade de Bauru/SP;
  • Apesar da descrição exibida no vídeo, o produto não perfura gatos ou pombos e, nada indica, que represente uma ameaça a animais domésticos ou silvestres. O produto é feito de polipropileno (um tipo de plástico), sendo que as pontas são arredondadas e achatadas! Nas fotos divulgadas não é possível ver isso com clareza, mas encontramos inúmeros anúncios do mesmo produto, em sites internacionais, onde isso é mostrado de forma muito clara. É possível que a descrição seja uma tradução mal-feita de um desses anúncios (algo relativamente comum quando se trata de produtos importados);
  • A eficácia do produto é bem questionável. Encontramos inúmeras fotos, através de mecanismos de busca, onde os gatos simplesmente deitam em cima de produtos semelhantes, também de polipropileno, ou então passam por eles sem a menor dificuldade. Por outro lado, alguns consumidores de sites internacionais relatam que o produto ajudou a evitar que seus gatos subissem em prateleiras, carros, móveis ou equipamentos eletrônicos;
  • Não encontramos nenhum caso previamente comprovado, que o produto exibido no vídeo de Bruno Ganem tenha machucado algum animal doméstico ou silvestre.

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8 Comentários

8 Comments

  1. Cem

    16 de novembro de 2019 em 2:49

    Bom trabalho e farsas mas o pior e quando alguem vê um animal na estrada e passa por cima com o maior prazer muitos cachorros a qui já morreram por que alguem passou por cima de proposito e já vi muito gato jogado fora a qui em casa eu me lembro quando deu no jornal sobre pessoas matando macacos por causa do viros do mosquito mesmo o jornal dizendo que eles mostravam onde a doença estava e ajudando no combate da doença fiquei bravo quando vi aquilo quem se lembra

    • Maria

      16 de novembro de 2019 em 15:22

      @Cem , eu me lembro muito bem. Os IGNORANTES confundiram o VERDADEIRO VETOR que é o mosquito com o macaco que é apenas um hospedeiro assim como nós humanos. Nós podemos ser vacinados preventivamente, entretanto é difícil vacinar macacos já que eles são selvagens e andam livres na Natureza, é preciso capturá-los. Entretanto, alguns IGNORANTES tentaram “resolver” o problema EXTERMINADO eles, dando comida envenenada. 😐

  2. Alexandre Mendes

    16 de novembro de 2019 em 4:40

    Claramente um deputado populista com seu aspone querendo aparecer e tudo o que ele quer é mais votos e anda mais. eu cresci vendo muros com pregos, cacos de vidro ou pedritas como “pega ladrão” em cima de muros. Aqui na minha cidade (capital) isso sempre foi comum e nuncna vi os gatos deixarem de andar nesses muros alias, com muita destreza!

    Esse tipo de politico e esse inteligentissimo acessor que tem a grande ideia de resolver tudo criando leis são da turma do “compartilhe o máximo possivel” e da “vales quantos améns”…

    Grave caso de redes sociais sendo usadas para o mal

  3. Junior

    16 de novembro de 2019 em 8:45

    Poderia comentar sobre o garoto que formou em eng eletrica com apenas 9 anos? Aparentemente ele saiu da escola com 6 anos.

  4. Maria

    16 de novembro de 2019 em 9:14

    Hummm… 😐 Denúncias controversas desses dois, misturada com algumas MENTIRAS e só blablabla, sem uma mísera PROVA, heim!? 😐 Esse tal de Bruno Ganem me parece ser mais POLÍTICO do que ativista defensor do meio ambiente e dos animais. Fica provocando POLÊMICAS ALARMISTAS DUVIDOSAS, PREJUDICANDO REPUTAÇÕES DE EMPRESAS, pedindo desesperadamente para que entrem em contato e se inscrevam no canal dele (MENDICÂNCIA VIRTUAL). Além do mais, ele é formado em Engenharia de Produção (USP) e, na minha opinião, o comportamento e as atitudes dele não são dignas de um profissional de EXATAS e que se formou numa faculdade do porte da USP. 😐

  5. Maria

    16 de novembro de 2019 em 9:15

    Eu acho legítimo, benéfico e democrático qualquer consumidor e/ou cidadão denunciar produtos/serviços potencialmente danosos à população, meio ambiente, animais etc. ENTRETANTO, primeiro deve-se entrar em CONTATO com o fabricante/empresa diretamente responsável para, no mínimo, obter esclarecimentos. Se não se resolver, então deve-se encaminhar o caso para AUTORIDADES COMPETENTES e/ou para IMPRENSA para, no mínimo, INVESTIGAR o caso, dando amplo DIREITO DE RESPOSTA e DEFESA. Agora, denunciar essas coisas postando no YouTube e Redes Sociais sem nenhum critério e sem antes ter feito os procedimentos que citei, aí já é demais, lembrando-se de que o IRRESPONSÁVEL poderá provocar a RUÍNA de tais empresas e DESEMPREGO que podem prejudicar famílias, além da possibilidade de sofrer PROCESSO JUDICIAIS PESADOS nas costas. 😐

  6. Maria

    16 de novembro de 2019 em 12:38

    ENSINAMENTO: desde que tomei o primeiro contato com a INTERNET na década de 80 no Brasil, aprendi, de cara, TRÊS LIÇÕES VALIOSÍSSIMAS que todo e qualquer internauta DEVERIA APRENDER e gostaria de compartilhar com vocês: 1ª LIÇÃO: CUIDADO/PENSE ANTES DE POSTAR; 2ª LIÇÃO: Aprender primeiro a primeira lição; 3ª LIÇÃO: Em caso de dúvidas, reler as duas primeiras lições e, se as dúvidas ainda persistirem, então NÃO POSTE, NÃO PUBLIQUE e/ou NÃO COMPARTILHE! 😉 KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! 😀

  7. Carlos

    21 de novembro de 2019 em 10:51

    Muita gente compartilha notícias sem verificar a veracidade. O pior são os comentários de quem acredita. Teve um dizendo que Fátima Bernardes tinha reformado a casa de Adélio (que esfaqueou Bolsonaro) e teve gente desejando a morte da apresentadora nos comentários.

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