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Homem morto trabalha por uma semana e ninguém percebe!

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Homem morto trabalha por uma semana e ninguém percebe!

Conheça a história de George Turklebaum, o funcionário que trabalhou morto uma semana sem que ninguém notasse!

Essa história começou a circular em 2001, primeiro em inglês e, em 2002, já começaram a aparecer versões em português.

O texto conta a história do "Verificador de Texto", George Turklebaum, que – de tanto trabalhar – acabou morrendo sem que ninguém tomasse conhecimento do fato.

Uma história interessante, que pode até servir para nos mostrar como está o mundo atualmente, onde – em muitas empresas – os colaboradores são tratados apenas como números e o indivíduo não existe. Porém, a "Moral da História" se contradiz com o corpo do texto, como veremos abaixo.

Ao lermos esse e-mail, algumas duvidas surgiram:

1º – Qual o nome da "firma"? – O nome não é citado e deve ser devido ao fato de que esse tipo de publicidade negativa não seria bom para a tal empresa.

2º – Se o funcionario era tão eficiente, os superiores (ou o "chefe") não teriam notado que o tal George não estava produzindo há dias?

3º – O funcionário era tão dedicado mas nunca foi promovido! Que estranho, né? Trinta anos no mesmo cargo… 

4º – O chefe, chamado no texto de Elliot Wachiaski realmente existe?

5º – Cinco dias não seriam suficientes para que o corpo do defunto começasse a exalar o fedor cadavérico?

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Como não tinhamos muitas informações a respeito, saímos em busca de respostas nos sites de buscas (leia-se "Google") e as respostas apareceram. 

O nome do chefe do defunto, o tal de Elliot Wachiaski, não foi encontrado em nossas buscas, a não ser nos sites e blogs que repetiam essa história.

O site Cleburn Times-Review afirma que tudo começou com uma publicação feita no 21 de janeiro de 2001, em Birmingham, Inglaterra. Logo depois vieram as publicações no Estados Unidos. Os jornais americanos nem se deram ao trabalho de checar as informações…

O primeiro jornal, que parece ter inventado a história, foi o Sunday Mercury. Os jornal The Guardian e a BBC também noticiaram o fato logo em seguida (dias depois).

No excelente site americano especializado em lendas urbanas, Urban Legends, o pesquisador David Emery levanta mais algumas questões interessantes:

"…três dias após a morte, o defunto apresenta sinais de deterioração: inchaço, descoloração da pele, perda de liquidos e um fedor muito forte! É pouco provável que os colegas de trabalho do George não tenham percebido esses sinais depois de tanto tempo…"

 

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2 Comentários

2 Comments

  1. Maria

    24 de janeiro de 2012 em 18:02

    Pela resposta de alguns aqui, dá pra perceber que nem leram o texto. É isso que geralmetne acontece quando ficam repassando essas porcarias enchendo nossas caixas de e-mail e páginas do facebook.

  2. Yara

    11 de janeiro de 2015 em 12:45

    Se ele morreu caminhando certamente ele caiu e como foi parar na ”mesa onde trabalhava”??

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