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  1. Saudações. Ja foi comentado muito pelo Gilmar e pelo Pirula o desserviço feito a ciência por canais sensacionalistas que divulgam materiais científicos distorcendo seu conteúdo. Tais canais passam credibilidade por serem narrados de forma didática mas sempre apelando para autoridade explorando a ignorância de seu publico. O que acha que pode ser feito? Nao seria hora de sermos mais incisivos no combate a esses aproveitadores de plantão, travestidos de detentores de conhecimento?

    • Olá Renato!

      Particularmente, acredito que sempre houve muita vista grossa em relação a sites e canais no YouTube com alto poder de disseminação. Antigamente, eram apenas sites isolados, agora são redes de sites que são criadas para viver especificamente de “clickbait”, e que acabam propagando desinformação ao se aproveitarem justamente da má qualidade cultural e científica de boa parte dos seus públicos-alvos. O Facebook, por exemeplo, está inundado de links de textos oriundos de tais redes, e de inúmeros perfis automatizados que compartilham freneticamente esses links. Já o YouTube nunca realmente se importou em combater efetivamente canais que prestam esse desserviço a Ciência. Há uma grande lucratividade, tanto para o dono do canal (em alguns casos há uma empresa por trás) quanto para a plataforma.

      Compartilho do seu pensamento, e acredito que está mais do que na hora de sermos efetivamente incisivos no combate a má divulgação científica no Brasil. É preciso ter pulso firme, encarar de frente, e repudiar veementente tais sites e canais. Embora haja uma corrente que diga para não dar “palco” para tais pessoas, penso que essa estratégia falhou. É necessário expor, mostrar quem é desonesto, as razões pelas quais é desonesto, e apresentar de forma robusta os motivos pelos quais as pessoas estão sendo enganadas.

      As plataformas também deviam impedir que tais pessoas ou canais tivessem acesso a campanhas de financiamento coletivo ou remuneração nas plataformas em que disseminam os vídeos. Acho inútil tentar proibir que determinados assuntos sejam mencionados, visto que isso tem efeito inverso. Além disso, sou contra a censura e acredito que as pessoas devem ter o direito fundamental de falar a besteira que quiserem, uma vez que a sociedade consegue autoregular extremismos. De qualquer forma, você pode ter certeza que tais pessoas não falariam 1/100 do que falam se cortassem o fluxo financeiro delas. Se tirar o dinheiro, simplesmente desidratam.

  2. Saudações. Ja foi comentado muito pelo Gilmar e pelo Pirula o desserviço feito a ciência por canais sensacionalistas que divulgam materiais científicos distorcendo seu conteúdo. Tais canais passam credibilidade por serem narrados de forma didática mas sempre apelando para autoridade explorando a ignorância de seu publico. O que acha que pode ser feito? Nao seria hora de sermos mais incisivos no combate a esses aproveitadores de plantão, travestidos de detentores de conhecimento?

    • Olá Renato!

      Particularmente, acredito que sempre houve muita vista grossa em relação a sites e canais no YouTube com alto poder de disseminação. Antigamente, eram apenas sites isolados, agora são redes de sites que são criadas para viver especificamente de “clickbait”, e que acabam propagando desinformação ao se aproveitarem justamente da má qualidade cultural e científica de boa parte dos seus públicos-alvos. O Facebook, por exemeplo, está inundado de links de textos oriundos de tais redes, e de inúmeros perfis automatizados que compartilham freneticamente esses links. Já o YouTube nunca realmente se importou em combater efetivamente canais que prestam esse desserviço a Ciência. Há uma grande lucratividade, tanto para o dono do canal (em alguns casos há uma empresa por trás) quanto para a plataforma.

      Compartilho do seu pensamento, e acredito que está mais do que na hora de sermos efetivamente incisivos no combate a má divulgação científica no Brasil. É preciso ter pulso firme, encarar de frente, e repudiar veementente tais sites e canais. Embora haja uma corrente que diga para não dar “palco” para tais pessoas, penso que essa estratégia falhou. É necessário expor, mostrar quem é desonesto, as razões pelas quais é desonesto, e apresentar de forma robusta os motivos pelos quais as pessoas estão sendo enganadas.

      As plataformas também deviam impedir que tais pessoas ou canais tivessem acesso a campanhas de financiamento coletivo ou remuneração nas plataformas em que disseminam os vídeos. Acho inútil tentar proibir que determinados assuntos sejam mencionados, visto que isso tem efeito inverso. Além disso, sou contra a censura e acredito que as pessoas devem ter o direito fundamental de falar a besteira que quiserem, uma vez que a sociedade consegue autoregular extremismos. De qualquer forma, você pode ter certeza que tais pessoas não falariam 1/100 do que falam se cortassem o fluxo financeiro delas. Se tirar o dinheiro, simplesmente desidratam.

  3. bom, não vou dizer que achei boa a pesquisa dos insetos e repteis em Martes, achei muito raso e subjetiva, mas, tao rasa como tão rasa e tao subjetiva como as alegações feitas pelo Dr., esta essa matéria. Observando somente essa frase se observa isso nessa matéria.
    “Falso! Na verdade, tudo indica que todos os supostos insetos ou répteis — vivos ou fossilizados — são apenas meras rochas.”
    Com que base além da própria fragilidade da pesquisa pode se dizer que eh falso ou verdadeira?

      • Gilmar, teve um site na internet que disse assim: “E teria a NASA ido até lá para conferir se era rocha mesmo ou pelo menos se aproximar para obter mais imagens…”. O novo normal na internet é desenhar ao redor de rochas, fazer inúmeras alegações, não provar absolutamente nada, ignorar completamente todas as evidências que mostram justamente o contrário, não publicar em nenhum periódico científico revisado por pares, e falar que os outros é que têm que provar que eles estão errados. Surreal 🙂

        • Reforçando aqui o que sempre falo, é impossível provar que algo não existe! Sendo assim, cabe a quem afirma o ônus de provar. Infelizmente, isso não acontece.

    • Vamos fazer o seguinte exercício lógico. TODOS os dados, imagens e informações recebidas pela NASA, de suas sondas, satélites e rovers, são de domínio público e devem ser disponibilizadas à população – por lei, graças à FOIA – Freedom Of Information Act, assinado em 1966. Inclusive todas as fotos analisadas pelo “Dr.” foram disponibilizadas na íntegra pela agência. Partindo deste princípio – e do princípio que se houvesse a menor possibilidade de haver fosseis e/ou vida em Marte eles poderiam pleitear um aumento considerável no orçamento anual -, a NASA não teria como “esconder” isso da população. Pelo contrário, se quisessem esconder, bastariam não publicar nenhum desses dados! Então, das duas, uma: ou o “Dr.” se acha muito mais inteligente do que todos os cientistas, engenheiros, biólogos, geólogos e outros profissionais que trabalham na NASA, ou ele está redondamente enganado e quer causar mais confusão ao divulgar essas informações. Ou você acha que a NASA simplesmente nega a existência de vida, porém é amadora o suficiente para liberar fotos que comprovem que haja vida em Marte? Então aplicando o princípio da Navalha de Occam, tudo indica que sejam apenas meras rochas.

    • Olá Claudio!

      Ao mencionarmos que tudo indica que todos os supostos insetos ou répteis — vivos ou fossilizados — são apenas meras rochas, nós apresentamos diversos questionamentos e fatos que invalidam a possibilidade da existência de artrópodes e répteis vivendo em solo marciano. Tampouco há evidências que corroborem que estamos diante de fósseis. Caso ainda não esteja satisfeito com o texto, e com a opinião de especialistas ouvidos pelo site “Space.com”, deixamos dois excelentes vídeos — de um geofísico e de um astrônomo brasileiro — que explicam mais detalhes sobre o assunto.

      Infelizmente, todo o “trabalho” do Dr. William Romoser não passa de um embuste da pior espécie. Uma criança de 10 anos provavelmente acharia mais insetos e animais que ele e, portanto, chega a ser inacreditável que isso tenha sido apresentado num evento da magnitude e relevância no cenário da Entomologia. Para finalizar, a própria NASA desmentiu e a Universidade de Ohio se calou. A universidade simplesmente apagou o comunicado de imprensa, além dos arquivos previamente disponibilizados através do site DropBox.

      • A universidade simplesmente apagou o comunicado de imprensa, além dos arquivos previamente disponibilizados através do site DropBox.
        Ah, agora vão dizer que _______ (insira aqui uma entidade de sua preferência – NASA, REPTILIANOS, MAÇONS, ILLUMINATIS, FORO DE SP, URSAL) comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram.

        • Ah, agora vão dizer que o Carluxo comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o Bozo comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o PT comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o Jorge Soros comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…

  4. bom, não vou dizer que achei boa a pesquisa dos insetos e repteis em Martes, achei muito raso e subjetiva, mas, tao rasa como tão rasa e tao subjetiva como as alegações feitas pelo Dr., esta essa matéria. Observando somente essa frase se observa isso nessa matéria.
    “Falso! Na verdade, tudo indica que todos os supostos insetos ou répteis — vivos ou fossilizados — são apenas meras rochas.”
    Com que base além da própria fragilidade da pesquisa pode se dizer que eh falso ou verdadeira?

      • Gilmar, teve um site na internet que disse assim: “E teria a NASA ido até lá para conferir se era rocha mesmo ou pelo menos se aproximar para obter mais imagens…”. O novo normal na internet é desenhar ao redor de rochas, fazer inúmeras alegações, não provar absolutamente nada, ignorar completamente todas as evidências que mostram justamente o contrário, não publicar em nenhum periódico científico revisado por pares, e falar que os outros é que têm que provar que eles estão errados. Surreal 🙂

        • Reforçando aqui o que sempre falo, é impossível provar que algo não existe! Sendo assim, cabe a quem afirma o ônus de provar. Infelizmente, isso não acontece.

    • Vamos fazer o seguinte exercício lógico. TODOS os dados, imagens e informações recebidas pela NASA, de suas sondas, satélites e rovers, são de domínio público e devem ser disponibilizadas à população – por lei, graças à FOIA – Freedom Of Information Act, assinado em 1966. Inclusive todas as fotos analisadas pelo “Dr.” foram disponibilizadas na íntegra pela agência. Partindo deste princípio – e do princípio que se houvesse a menor possibilidade de haver fosseis e/ou vida em Marte eles poderiam pleitear um aumento considerável no orçamento anual -, a NASA não teria como “esconder” isso da população. Pelo contrário, se quisessem esconder, bastariam não publicar nenhum desses dados! Então, das duas, uma: ou o “Dr.” se acha muito mais inteligente do que todos os cientistas, engenheiros, biólogos, geólogos e outros profissionais que trabalham na NASA, ou ele está redondamente enganado e quer causar mais confusão ao divulgar essas informações. Ou você acha que a NASA simplesmente nega a existência de vida, porém é amadora o suficiente para liberar fotos que comprovem que haja vida em Marte? Então aplicando o princípio da Navalha de Occam, tudo indica que sejam apenas meras rochas.

    • Olá Claudio!

      Ao mencionarmos que tudo indica que todos os supostos insetos ou répteis — vivos ou fossilizados — são apenas meras rochas, nós apresentamos diversos questionamentos e fatos que invalidam a possibilidade da existência de artrópodes e répteis vivendo em solo marciano. Tampouco há evidências que corroborem que estamos diante de fósseis. Caso ainda não esteja satisfeito com o texto, e com a opinião de especialistas ouvidos pelo site “Space.com”, deixamos dois excelentes vídeos — de um geofísico e de um astrônomo brasileiro — que explicam mais detalhes sobre o assunto.

      Infelizmente, todo o “trabalho” do Dr. William Romoser não passa de um embuste da pior espécie. Uma criança de 10 anos provavelmente acharia mais insetos e animais que ele e, portanto, chega a ser inacreditável que isso tenha sido apresentado num evento da magnitude e relevância no cenário da Entomologia. Para finalizar, a própria NASA desmentiu e a Universidade de Ohio se calou. A universidade simplesmente apagou o comunicado de imprensa, além dos arquivos previamente disponibilizados através do site DropBox.

      • A universidade simplesmente apagou o comunicado de imprensa, além dos arquivos previamente disponibilizados através do site DropBox.
        Ah, agora vão dizer que _______ (insira aqui uma entidade de sua preferência – NASA, REPTILIANOS, MAÇONS, ILLUMINATIS, FORO DE SP, URSAL) comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram.

        • Ah, agora vão dizer que o Carluxo comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o Bozo comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o PT comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…
          Ah, agora vão dizer que o Jorge Soros comprou o silêncio a universidade, por isso apagaram…

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