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Capa da revista Veja diz que Sérgio Moro sabia de tudo?

Crimes

Capa da revista Veja diz que Sérgio Moro sabia de tudo?

Capa da revista Veja diz que Sérgio Moro sabia de tudo?

Será verdadeira a capa da Veja dessa semana mostrando que o juiz federal Sérgio Moro sabia de tudo a respeito dos crimes que ele está julgando e que ele enganou o Brasil?

A imagem da suposta capa da revista Veja mostra o juiz federal Sérgio Moro, juntamente com a manchete dizendo: “ELE SABIA DE TUDO”, apareceu na web no dia 22 de maio de 2017 e rapidamente se espalhou através das redes sociais.

Na capa da revista que, de acordo com o texto, estaria nas bancas essa semana, podemos ler que Moro sabia dos crimes cometidos por Aécio Neves e sua irmã, além de saber de toda a corrupção tramada por Michel Temer, mas que preferiu enganar o povo brasileiro, impedindo a polícia de investigar os corruptos!

Será que essa capa é real?

Será que essa capa é verdadeira ou falsa? (Reprodução/Facebook)

Verdadeira ou falsa?

A capa dessa semana da Veja (da semana em que esse nosso artigo foi publicado) é essa, que podemos ver no site da revista:

Como essa capa falsa não é datada, as chances dessa e-farsa voltar a circular novamente daqui uns meses são grandes…

Além disso, como o senador Aécio Neves e o presidente da república Michel Temer tem foro privilegiado, eles só poderão ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal. Sérgio Moro não tem jurisdição sobre os casos envolvendo esses políticos.

Conclusão

A capa da Veja afirmando que o juiz Sérgio Moro é falsa!

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11 Comentários

11 Comments

  1. Renato

    25 de Maio de 2017 em 15:49

    Mas a inveja(capetalista e pesteira) JAMAIS iria publicar uma capa dessa ne!

  2. Elizete

    26 de Maio de 2017 em 15:39

    Essa capa é falsa sou assinante e recebí a revista com outra capa.

  3. Mondegó

    28 de Maio de 2017 em 0:58

    A capa é falsa o fato é verdadeiro.

    E não adianta vir com essa de “foro privilegiado”, porque isso não valeu quando foi pra violar telefonema da Dilma e entregar de presente pra Globo.

    • Marcos Andrei Casagrande

      29 de Maio de 2017 em 14:42

      O grampo não era para a anta, era para o bêbado. Que culpa tem o juiz se a quadrilha planeja suas falcatruas por telefone?

  4. TOMAZ

    28 de Maio de 2017 em 18:07

    OTARIO MONDEGO OU MONGOLOIDE, QUEM ESTAVA GRAMPEADO ERA O RATO SEM DEDO, A ANTA QUE DEVERIA SE COLOCAR NO LUGAR DE PRESIDENTA DOS MORTADELAS

  5. João Silveira

    30 de Maio de 2017 em 23:03

    Excelente trabalho!! As vezes as pessoas só copiam e cola o que recebem.

  6. Carlos

    7 de agosto de 2017 em 3:05

    Tudo no Brasil e podre!
    Quem tem poder,foro etc… Quer ter mais e mais!
    Política é troca de favores!Sempre foi assim,todos são comrrompidos….Todos até mesmo quem nós,não esperamos!
    Um cientista político disse uma coisa,que ficou na minha cabeça!
    Amigo a milícia toma um morto e acaba com o tráfico com 10 a 15 Homens com pistolas e a polícia não consegue,tendo caverao, helicóptero, fuzil,escudo e tecnologia!!
    Sabe por que? Eu sei… O estado é coinivente e os governantes !
    Mundo podre,tudo se rege por dinheiro e mais dinheiro,sexo, prostituição e religião!
    Tudo pelo poder!
    Vergonha do País que vivo!

    • Lucho

      7 de agosto de 2017 em 18:41

      Noffa. Tá tão putinho assim?

      Enfia o dedo no boga e rasga até a nuca.

  7. Antônio Mattos

    30 de agosto de 2017 em 19:14

    O que não da para entender é que existem tantas irregularidade no meio político e a grande maioria deles ficam impune e imprudentemente. E muitos acha que Sergio Moro é cara! Vamos acordar povo brasileiro.

  8. Alberto Martins

    10 de Fevereiro de 2018 em 16:34

    Parabéns por desvendar mais uma farsa da Internet.!!!

  9. Marlene

    14 de Abril de 2018 em 22:34

    CãRiùá · 6 de abril às 00:43 · “QUANDO UM BACHAREL QUE DE MANEIRA CRIMINOSA MARGINAL FALSIFICA SEU INGRESSO NO JUDICIÀRIO SENTENCIA E DETERMINA A PRISÃO DE UM PRESIDENTE RESPEITADO NO MUNDO INTEIRO SEM PROVA, O JUDICIÁRIO FOI PARA O ESGOTO. SINOPSE DO CAPÍTULO “O BACHAREL” INTEGRANTE DO LIVRO “CORRUPÇÃO CORPORATIVISMO E PREVARICAÇÃO NO JUDICIÁRIO E NO MINISTÉRIO PÚBLICO”, DESTE AUTOR. Anos atrás estranhou-me a conduta o ídolo em ascensão Sérgio Fernando Moro onde em meio a uma Audiência uma promotora publica interrompeu o testemunho de um depoente que traçava o início da corrupção no governo FHC dizendo que não queria saber daquilo, mas sim de José Dirceu furtando a prerrogativa exclusiva do magistrado. Tempo depois entrevistou um “capoteiro” para quem na sabe é aquele que fabrica ou reforma estofamento e revestimento interno de veículo, e no transcurso da inquirição se deu conta que fora tapeado pelo Ministério Público acusando o distinto cidadão de laranja, quando na realidade nem sabia do que se tratava. Adiante deteve através da famigerada “prisão preventiva” uma senhora aposentada baseado nas imagens fornecidas pelo mesmo ministério público que alegava na ocasião que ela seria “mula” de uma operação de lavagem de dinheiro, o agravante foi a sua decisão afirmando que via-se nitidamente na imagem que se tratava da tal senhora e que posteriormente foi comprovado que nem a distinta cidadã estava ali presente como não tinha nada com o “peixe”. Em outro episódio debateu com um operador de direito finalizando com uma frase que ocupou a mídia, “vá prestar concurso para juiz”. Ai meu faro que não é pequeno concluiu esse elemento não juiz. Fui atrás da origem do nada distinto embora por força da lei cidadão. Em todas as suas biografias oficiais ou não, o que existe é um salto entre a sua nebulosa transferência de um colégio particular para um público onde coincidentemente seu pai dirigia com o consequente ingresso em uma faculdade de direito daquela localidade e sua aprovação no concurso público do Tribunal Federal da 4º Região. Os históricos escolares do elemento estão protegidos por zelosos “cuidadores” para “preservar” sua privacidade, isto de um agente público que deve zelar pela transparência afora que eu e ninguém nunca vimos alguém esconder o seu passado que até justificaria a ascensão na carreira tão “meteórica’. Sérgio Moro de sã consciência e deliberadamente prestou concurso para juiz no TRF da 4ª Região sem preencher as formalidades exigidas para o cargo, a ver: Não era formado. Não tinha publicado coisa alguma de teor jurídico. Não tinha prática jurídica exigida e notem nem como estagiário. Diga-se escabrosa é a fabricação dele da carteirinha da OAB depois cassada. Na prova seletiva oral onde os três requisitos são exigidos e compõem a inquirição com o peso de 60%, ele obteve 9,2 ficando em segundo lugar. O que levanta a questão como isso é possível sem a prevaricação e esta com dolo aos outros participantes que preenchiam todas as formalidades exigidas. Na convocação para a prova escrita por um “erro” muito suspeito a convocação foi feita ditando o edital do ano anterior que não constavam os artigos exigidos. Sérgio Moro ficou em sétimo com a média de 5,7 corrigida com a aplicação correta não chegaria a 2. Pior neste mesmo edital assinado por Gilson Langaro Dipp (posteriormente membro da “câmara de gás” do STJ, nas palavras de Gilmar Mendes), determinava que se em dois anos não fossem descobertas irregularidades na inscrição dava-se ela como legal. Isso é um incentivo ao crime e a máfia dos concursos. Deste modo fica claro que Sérgio Fernando Moro não é juiz e nem pode estar. É inadmissível que alguém penetre pela porta dos fundos em uma instituição que decide o futuro dos cidadãos da Republica através de fraude. Nos EUA que o objeto de veneração do elemento quando é descoberta uma fraude de acesso ao serviço público em qualquer das esferas do poder este é sumariamente demitido, processado e preso e ainda tem os seus bens espoliados para ressarcir o Estado. Hoje este elemento desprovido de qualquer autoridade seja legal ou moral resolve decretar a prisão de um ex-presidente que tem uma vida transparente e ilibada. Fundada em uma fraudulenta sentença (sua especialidade), para causar dolo a alguém. Este elemento que é especialista em processar jornalista recentemente processou o editor do “limpinho e cheiroso”, que tente, que tenha a ousadia de me processar, porque até estou encaminhando ao Ministério Público Federal os esclarecimentos pelo ocorrido cuja solução já adianto, pois sou nomólogo e a punibilidade embora esteja prescrita pela nossa legislação não desobriga o Estado de investigar. Minha profissão exige discrição, quem precisa de projeção é artista, mas nesse caso vou abrir uma exceção. Porque todo o processo é público dita a Constituição. CãRiùá TaTaRaNa – Jornalista, Nomólogo, Escritor. Nota: Cobrei esta investigação de coleguinhas da mídia seja a maçônica ou da que se diz legalista (preservo a fonte, pois se não eles vão perder o emprego), a resposta sempre foi de uma ou de outra a de que Sérgio Moro era intocável, pois bem erraram. Não tenho vinculo algum com quem for minha editora serve somente para as publicações que acredito relevantes, e por isso vive de doações e não de anúncios. Eu por outro lado também não possuo ligação alguma com grupo, partido ou o que for, vivo de cursos e consultas. Os textos que publico na rede social servem e se destinam a esclarecer a população sobre o que está ocorrendo sem zelo pelas regras de sintaxe, pois seguindo o ensinamento de Millor “só tome cuidado quando for pago”, porém e mesmo assim NUNCA FUI DESMENTIDO.

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